Archive for the mercado produtor de software Category

Graduação em Engenharia de Software na UTFPR

Posted in Ferramentas, gestão de projetos, gestão do conhecimento, Introdução a Engenharia de Software, mercado produtor de software, processo de produção de software, qualidade de software on June 4, 2014 by José Augusto Fabri

modeloA Universidade Tecnológica Federal do Paraná – Campus Cornélio Procópio oferece, a partir do segundo semestre de 2014, o curso de Bacharelado em Engenharia de Software. Atualmente o profissional desta área é um dos mais procurados no Brasil e no Mundo. Veja o projeto pedagógico do curso neste link.

Na figura ao lado você encontra o modelo que norteou todo o desenvolvimento do projeto pedagógico.

Informações adicionais:
Titulação Conferida: Bacharel em Engenharia de Software.
Modalidade de Curso: Ensino presencial
Local de Oferta: Universidade Tecnológica Federal do Paraná Campus Cornélio Procópio.
Coordenação e Unidade Executora: Coordenadoria de Engenharia de Software
Duração do curso: 08 semestres letivos.
Regime escolar: Semestral, com a matrícula realizada por disciplina.
Número de vagas: 88 vagas por ano, com 44 vagas ofertadas em cada semestre.
Turno previsto: Noturno.

José Augusto Fabri – fabri@utfpr.edu.br

Jobs e Gates – juntos – para rever

Posted in mercado produtor de software on March 28, 2013 by José Augusto Fabri

Para rever, encontro entre Jobs e Gates – 2007 – by Globo News.

 

 

Abraços

J. A. Fabri

Alguns fatores provocam erros nas estimativas em um projeto de software

Posted in gestão de projetos, mercado produtor de software, processo de produção de software on February 28, 2013 by José Augusto Fabri

No post anterior defendi a ideia que as estimativas para projetos pequenos (ou menos complexos) tendem a acarretar um menor erro em relação da definição de tempo. Esta prerrogativa é inversa quando os projetos possuem uma complexidade maior.

Terminei o post com a seguinte questão:

Por que isto ocorre?

Neste texto enumero alguns fatores que podem mapear uma resposta.

1 – Os requisitos em projetos menores são mais estáveis, as mudanças provocadas pelo ambiente (novas necessidade do usuário, atendimento aos novos aspectos legais) não são freqüentes.

2 – Os projetos maiores e mais complexos demandam um tempo de desenvolvimento considerável, quando comparados a projetos menores. Com um mercado aquecido e a elasticidade temporal delineada dada as características deste tipo de projeto, o turnover pode ser caracterizado como um delimitador na gestão do cronograma.

3 – Projetos maiores exigem um maior entendimento do domínio sistêmico que contextualiza a aplicação (ou software). Mergulhar profundamente neste domínio requer dedicação e uma boa carga de estudo. Estes aspectos não delineados na composição temporal para execução de um projeto.

4 – Projetos com um maior número de requisitos requerem a aplicação de modelos de processos caracterizados na filosofia evolucionária ou incremental. Estes modelos não proporcionam ao analista de sistema um mapeamento do ambiente sistêmico e das características do produto nas fases iniciais do projeto. Os consumidores de software exigem que custo e prazo sejam mapeados nos momentos iniciais do desenvolvimento do produto. A ausência de informações sistêmicas nestes momentos provê estimativas de tempo e custo irreais.

Aproveite a oportunidade e complete os itens enumerados.

José Augusto Fabri – fabri@utfpr.edu.br

Mesa redonda sobre produção de software – SCANP-PR

Posted in mercado produtor de software on September 26, 2012 by José Augusto Fabri

Pessoal,

Segue as informações mapeadas durante as discussões da mesa redonda.

Evento: Simpósio de Computação Aplicada do Norte Pioneiro do Paraná.

Setor de TI busca mão de obra qualificada – jornal da globo 25 de setembro.

Tudo é software – por Silvio Meira.

A incapacidade das empresas em gerir projetos – por José Augusto Fabri.

Engenharia de requisitos.

Tempo para falar inglês – por S&D.

Participaram do debate:

Alexandre L´Erário – UTFPR.

André Domingues – UTFPR.

Estevam – professor convidado da UENP.

José Augusto Fabri – UTFPR.

att.

fabri@utfpr.edu.br

Fusões no setor produtivo de software – pode ser uma excelente oportunidade

Posted in mercado produtor de software on May 25, 2011 by José Augusto Fabri

Uma fusão caracteriza-se como uma operação de natureza financeira que envolve duas ou mais instituições. É importante salientar que durante o processo de fusão existe uma forte aglutinação de capital, fato este que gera uma nova face jurídica.

No Brasil, as operações financeiras caracterizadas como fusão foram massificadas a partir da nova orientação estratégica da economia nacional (início da década de 1980).

Existem vários tipos de fusões, porém a mais comum é a incorporação de empresas. O processo financeiro caracterizado como incorporação ocorre quando um grupo econômico sólido e consolidado compra uma empresa ou outro grupo. Ressalta-se que em algumas operações desta natureza o comprador destina alguns “poderes” estratégicos ao representante legal da empresa ou grupo adquirido.

Existem vários exemplos de incorporações dentro do mercado TI, dentre elas destaco a Astaro com o Sophos e Totvs com a Data Sul, incorporação esta que movimentou cerca de R$ 700 milhões.

É importante ressaltar que o principal capital de uma empresa de produção de software é o conhecimento, e este se encontra nos colaboradores. Dentro deste contexto, a incorporação pode ser um negócio altamente lucrativo para o incorporado, tendo em vista que a incorporadora deve assumir todo o banco de projetos da empresa incorporada. Ao assumir a referido banco, os projetos em andamento devem ser concluídos e novos clientes daquele mercado devem ser alavancados. É neste ponto que está o “pulo do gato”, se o seu software possui um alto grau de especificidade, você pode montar uma nova empresa e prestar serviço de forma terceirizada para a incorporadora, dada a falta de profissionais qualificados no mercado.

Com certeza é um negócio altamente lucrativo.

Abraços

josé augusto fabri – fabri@utfpr.edu.br

Número de profissinais formados em TI

Posted in mercado produtor de software on April 12, 2011 by José Augusto Fabri

Nos últimos dias ouvi várias notícias sobre o número de profissonais formados em TI, algumas delas bastante  desencontradas. Com o objetivo de esclarecer a todos, compartilho os números oficiais fornecidos pelo INEP (vide planilha).

Os cursos de: Administração de redes, Banco de dados,  Ciência da computação,  Computação gráfica,  Engenharia de computação (hardware),  Engenharia de softwares, Informática (ciência da computação), Sistemas operacionais, Tecnologia da informação, Tecnologia em desenvolvimento de softwares e Tecnologia em informática oferecem 95.329 vagas (anuais).

Já os cursos de: Análise de sistemas, Análise e Desenvolvimento de Sistemas (Tecnólogo),  Informática educacional, Processamento de dados,  Programação de computadores,  Segurança da informação e  Sistemas de informação oferecem 111.933 vagas (anuais).

Total de vagas oferecidas: 207.262.

Concluintes do primeiro grupo 15.529 (profissionais), do segundo 20.935.

Total de formados em tecnologia em cursos de TI: 36.464 (ano).

Estes números se originam do último senso da educação superior apresentado pelo INEP.

abraços

José Augusto Fabri – fabri@utfpr.edu.br

CMMI-5: evolução de março de 2008 a setembro de 2010 – será que os números falam por si só?

Posted in mercado produtor de software on November 23, 2010 by José Augusto Fabri

A algum tempo venho acompanhando a evolução das empresas certificadas no modelo CMMI (veja os post abaixo).

post 4/

post 3/

post 2/

post 1/

Os dados apresentados neste texto foram divulgados pelo sei em setembro (vide tabela abaixo).

top 5 set/10 mar/10 set/09 mar/09 set/08 mar/08
India 197 189 172 166 158 151
United State 149 141 131 124 118 114
China 51 48 45 41 39 34
Japan 17 17 16 16 15 15
Brazil 11 11 9 9 8 8

Ao analisar os dados é possível perceber que curva de crescimento indiana se sobrepõe aos demais países que compõem o top 5 da lista (vide gráfico abaixo).

O número de empresas indianas que atingiram o nível 5 nos últimos 3 anos ultrapassa 40 (vide gráfico abaixo).

Por que a índia cresce tanto em certificações cmmi-5?

Abraços

josé augusto fabri – fabri@utfpr.edu.br

Follow

Get every new post delivered to your Inbox.

Join 38 other followers