Archive for the mercado produtor de software Category

Jobs e Gates – juntos – para rever

Posted in mercado produtor de software on March 28, 2013 by José Augusto Fabri

Para rever, encontro entre Jobs e Gates – 2007 – by Globo News.

 

 

Abraços

J. A. Fabri

Alguns fatores provocam erros nas estimativas em um projeto de software

Posted in gestão de projetos, mercado produtor de software, processo de produção de software on February 28, 2013 by José Augusto Fabri

No post anterior defendi a ideia que as estimativas para projetos pequenos (ou menos complexos) tendem a acarretar um menor erro em relação da definição de tempo. Esta prerrogativa é inversa quando os projetos possuem uma complexidade maior.

Terminei o post com a seguinte questão:

Por que isto ocorre?

Neste texto enumero alguns fatores que podem mapear uma resposta.

1 – Os requisitos em projetos menores são mais estáveis, as mudanças provocadas pelo ambiente (novas necessidade do usuário, atendimento aos novos aspectos legais) não são freqüentes.

2 – Os projetos maiores e mais complexos demandam um tempo de desenvolvimento considerável, quando comparados a projetos menores. Com um mercado aquecido e a elasticidade temporal delineada dada as características deste tipo de projeto, o turnover pode ser caracterizado como um delimitador na gestão do cronograma.

3 – Projetos maiores exigem um maior entendimento do domínio sistêmico que contextualiza a aplicação (ou software). Mergulhar profundamente neste domínio requer dedicação e uma boa carga de estudo. Estes aspectos não delineados na composição temporal para execução de um projeto.

4 – Projetos com um maior número de requisitos requerem a aplicação de modelos de processos caracterizados na filosofia evolucionária ou incremental. Estes modelos não proporcionam ao analista de sistema um mapeamento do ambiente sistêmico e das características do produto nas fases iniciais do projeto. Os consumidores de software exigem que custo e prazo sejam mapeados nos momentos iniciais do desenvolvimento do produto. A ausência de informações sistêmicas nestes momentos provê estimativas de tempo e custo irreais.

Aproveite a oportunidade e complete os itens enumerados.

José Augusto Fabri – fabri@utfpr.edu.br

Mesa redonda sobre produção de software – SCANP-PR

Posted in mercado produtor de software on September 26, 2012 by José Augusto Fabri

Pessoal,

Segue as informações mapeadas durante as discussões da mesa redonda.

Evento: Simpósio de Computação Aplicada do Norte Pioneiro do Paraná.

Setor de TI busca mão de obra qualificada – jornal da globo 25 de setembro.

Tudo é software – por Silvio Meira.

A incapacidade das empresas em gerir projetos – por José Augusto Fabri.

Engenharia de requisitos.

Tempo para falar inglês – por S&D.

Participaram do debate:

Alexandre L´Erário – UTFPR.

André Domingues – UTFPR.

Estevam – professor convidado da UENP.

José Augusto Fabri – UTFPR.

att.

fabri@utfpr.edu.br

Fusões no setor produtivo de software – pode ser uma excelente oportunidade

Posted in mercado produtor de software on May 25, 2011 by José Augusto Fabri

Uma fusão caracteriza-se como uma operação de natureza financeira que envolve duas ou mais instituições. É importante salientar que durante o processo de fusão existe uma forte aglutinação de capital, fato este que gera uma nova face jurídica.

No Brasil, as operações financeiras caracterizadas como fusão foram massificadas a partir da nova orientação estratégica da economia nacional (início da década de 1980).

Existem vários tipos de fusões, porém a mais comum é a incorporação de empresas. O processo financeiro caracterizado como incorporação ocorre quando um grupo econômico sólido e consolidado compra uma empresa ou outro grupo. Ressalta-se que em algumas operações desta natureza o comprador destina alguns “poderes” estratégicos ao representante legal da empresa ou grupo adquirido.

Existem vários exemplos de incorporações dentro do mercado TI, dentre elas destaco a Astaro com o Sophos e Totvs com a Data Sul, incorporação esta que movimentou cerca de R$ 700 milhões.

É importante ressaltar que o principal capital de uma empresa de produção de software é o conhecimento, e este se encontra nos colaboradores. Dentro deste contexto, a incorporação pode ser um negócio altamente lucrativo para o incorporado, tendo em vista que a incorporadora deve assumir todo o banco de projetos da empresa incorporada. Ao assumir a referido banco, os projetos em andamento devem ser concluídos e novos clientes daquele mercado devem ser alavancados. É neste ponto que está o “pulo do gato”, se o seu software possui um alto grau de especificidade, você pode montar uma nova empresa e prestar serviço de forma terceirizada para a incorporadora, dada a falta de profissionais qualificados no mercado.

Com certeza é um negócio altamente lucrativo.

Abraços

josé augusto fabri – fabri@utfpr.edu.br

Número de profissinais formados em TI

Posted in mercado produtor de software on April 12, 2011 by José Augusto Fabri

Nos últimos dias ouvi várias notícias sobre o número de profissonais formados em TI, algumas delas bastante  desencontradas. Com o objetivo de esclarecer a todos, compartilho os números oficiais fornecidos pelo INEP (vide planilha).

Os cursos de: Administração de redes, Banco de dados,  Ciência da computação,  Computação gráfica,  Engenharia de computação (hardware),  Engenharia de softwares, Informática (ciência da computação), Sistemas operacionais, Tecnologia da informação, Tecnologia em desenvolvimento de softwares e Tecnologia em informática oferecem 95.329 vagas (anuais).

Já os cursos de: Análise de sistemas, Análise e Desenvolvimento de Sistemas (Tecnólogo),  Informática educacional, Processamento de dados,  Programação de computadores,  Segurança da informação e  Sistemas de informação oferecem 111.933 vagas (anuais).

Total de vagas oferecidas: 207.262.

Concluintes do primeiro grupo 15.529 (profissionais), do segundo 20.935.

Total de formados em tecnologia em cursos de TI: 36.464 (ano).

Estes números se originam do último senso da educação superior apresentado pelo INEP.

abraços

José Augusto Fabri – fabri@utfpr.edu.br

CMMI-5: evolução de março de 2008 a setembro de 2010 – será que os números falam por si só?

Posted in mercado produtor de software on November 23, 2010 by José Augusto Fabri

A algum tempo venho acompanhando a evolução das empresas certificadas no modelo CMMI (veja os post abaixo).

post 4/

post 3/

post 2/

post 1/

Os dados apresentados neste texto foram divulgados pelo sei em setembro (vide tabela abaixo).

top 5 set/10 mar/10 set/09 mar/09 set/08 mar/08
India 197 189 172 166 158 151
United State 149 141 131 124 118 114
China 51 48 45 41 39 34
Japan 17 17 16 16 15 15
Brazil 11 11 9 9 8 8

Ao analisar os dados é possível perceber que curva de crescimento indiana se sobrepõe aos demais países que compõem o top 5 da lista (vide gráfico abaixo).

O número de empresas indianas que atingiram o nível 5 nos últimos 3 anos ultrapassa 40 (vide gráfico abaixo).

Por que a índia cresce tanto em certificações cmmi-5?

Abraços

josé augusto fabri – fabri@utfpr.edu.br

Curso Técnico, Curso Superior e o Profissional de TI do Futuro II

Posted in mercado produtor de software on October 25, 2010 by José Augusto Fabri

Um dos posts mais acessados neste blog é o Curso Técnico, Curso Superior e o Profissional de TI do Futuro. Nesta semana conversando sobre este tema com o professor Eidy (UTFPR – CP e PUC-Londrina), ele me indicou um vídeo que vem complementar a idéia do post.

Divirtam-se!

  



Abraços

J. A. Fabri - fabri@utfpr.edu.br

Ativos de TI e Produção de Software Brasileira – Panorama 2010

Posted in mercado produtor de software on August 9, 2010 by José Augusto Fabri

Apesar das turbulências econômicas vividas no quarto trimestre de 2008 e primeiro trimestre de 2009 a produção de ativos de Tecnolgia da informação no Brasil, segundo a Associação Brasileira das Empresas de Software e o International Data Corporation, obteve um crescimento de 4%. O panorama para 2010 é mais vigoroso ainda, o mercado mundial deverá crescer 3.5%. O crescimento brasileiro será de 6.5%, o latino-americano 6.3% e os países que compõem o BRIC o crescimento será de 13%.

O Brasil deve manter a 12ª posição no cenário mundial, movimentando perto dos US$ 20 bilhões, cerca de 1.1% do PIB. Dentro deste cenário o setor de software abocanhará perto de 35%, US$ 7 bilhões (vide gráfico abaixo). Porém, cerca de 70% da movimentação do referido setor, US$ 4.9 bilhões, será produzido fora do país, fato este que continua degradando a balança comercial brasileira.  

Abraços

José Augusto Fabri – fabri@utfpr.edu.br

Implementando a residência de software em cursos de pós-graduação

Posted in Ensino de engenharia de software, gestão de projetos, mercado produtor de software, processo de produção de software, qualidade de software on June 22, 2010 by José Augusto Fabri

Pessoal, compartilho com vocês os resultados alcançados com a implementação/execução da residência em software no curso de pós-graduação da FATEC de Ourinhos.

Obtivemos a aprovação de um artigo na 40th. ASEE/IEEE – Frontiers in Education Conference.  

“The Frontiers in Education Conference (FIE) is one of the two major international engineering education conferences offered every year. The University of Virginia and Virginia Polytechnic Institute and State University will be this year’s host institutions. Over 600 academic and industry representatives are expected. Participants will include university presidents, college deans, department chairpersons, faculty in engineering, engineering technology, and computer science, as well as industry leaders from throughout the country and the world. The majority of the attendees, however, are computer science, engineering and engineering technology faculty”.

O artigo completo pode ser acessado pelo link http://www.fie-conference.org/fie2010/papers/1160.pdf.

Aproveito a oportunidade para parabenizar os professores Luiz Ricardo Begosso, Luiz Carlos Begosso, Fernando Cesar de Lima e Alexandre L’Erário, pessoas que não mediram esforços para o sucesso desta empreitada.

Ah… É possível acessar todos os artigos no site da conferência.

Abraços

José Augusto Fabri – fabri@utfpr.edu.br

A Índia é a Índia

Posted in mercado produtor de software on June 9, 2010 by José Augusto Fabri

Pessoal, no último ano publiquei três textos que apresentam os números de empresas (agrupadas por países) certificadas no modelo CMMI.

 O primeiro deles publicado foi publicado em 23 de janeiro de 2009, apresenta os resultados coletados pelo SEI no primeiro semestre de 2008.

O segundo foi publicado em 03 de setembro de 2009 e apresenta os resultados do segundo semestre de 2008.

O terceiro (03 de outubro de 2009) apresenta os resultados do primeiro semestre de 2009.

Com a publicação dos resultados do segundo semestre de 2009, é possível mapear a evolução no número de certificações (agrupadas) por países nos últimos 4 semestres.

Vamos aos números (sem considerar os Estados Unidos):

A China é o país com maior número de certificações no modelo CMMI (1206 ao todo). Índia [2º] com 508, Japão [3º] com 259, Espanha [4º] com 169, França [5º] com 154, Coréia do Sul [6º] com 153 e Brasil [7º] com 140, Taiwan [8º] com 131, Reino Unido [9º] com 90 e o México [10º] com 90, completam a lista.

Em números de certificações no nível 5 encontramos:

1º -  Índia: 189 empresas

2º – China: 48 empresas.

3º – Japão: 17 empresas.

4º – Brasil: 11 empresas.

Nos últimos 4 semestres crescemos 0,71% em números de certificações no referido nível. A China cresceu 0,91% e a Índia 4,13%. Entre os primeiros, o Japão obteve o menor índice, 0.39%. Veja a curva de crescimento da Índia, do Brasil e da China no gráfico abaixo.

Para efeitos comparativos, de 2002 a 2009 (14 semestres), 87 empresas saltaram do nível 4 para o nível 5, ou seja 2% do total de empresas avaliada. O tempo médio para este salto é de 18 a 22 meses. No montante, cerca de 6 empresas acessam o referido nível a cada semestre.

NO ÚLTIMO ANO A ÍNDIA TEVE 17 NOVAS EMPRESAS ATINGINDO O NÍVEL 5.

Se a taxa de crescimento indiana continuar neste nível e se as 987 empresas chinesas certificadas no nível 3 não alavancarem para os níveis 4 e 5, o reinado indiano dificilmente será superado, contrariando as expectativas do post publicado em 03 de setembro de 2009 (17 novas empresas em um semestre fura qualquer previsão).

Por fim, é importante ressaltar que o crescimento de empresas certificadas no nível 5 do México (1,19%) e da Malásia (2,82%) se mantiverem nos próximos anos, corremos o risco de sermos superados. Outro dado que chama a atenção é número de empresas coreanas certificadas no nível 4 (15 ao todo), o Brasil possui 1, e o México 3.

Todos os dados publicados desde março de 2004 podem ser obtidos em http://www.sei.cmu.edu/cmmi/casestudies/profiles/cmmi.cfm

Abraços

José Augusto Fabri – fabri@utfpr.edu.br

 

Follow

Get every new post delivered to your Inbox.

Join 37 other followers