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A importância do estágio na vida profissional

Posted in off topic on June 10, 2014 by José Augusto Fabri

A palavra estágio tem origem Latim medieval stagium. Stagium significa período preparatório, etapa do ciclo vital de plantas ou animais. Dada a origem latina da palavra, a língua francesa cunhou a palavra stage (cujo o registro é de 1630), essa palavra tinha como objetivo designar as etapas que um cônego deve concluir durante um certo tempo antes de desfrutar das honras e da sua renda prebenda. No início do século XIX, o francês incorporou em seu dicionário a palavra stagiaire designando o profissional ou estudante, que durante um período pré-determinado, executa um conjunto de tarefas, com o objetivo de internalizar novas habilidades. Por fim, no início do século XX a palavra foi incorporada na língua portuguesa com a grafia de estagiário.

Dentro da esfera universitária, o estágio caracteriza-se como um processo educativo e supervisionado. É de extrema importância que ele seja desenvolvido no ambiente de trabalho, visando à consolidação dos conceitos apresentados ao estudante durante o curso de graduação.

O estágio se configura como uma ferramenta facilitadora para o ingresso de profissionais recém-formado no mercado de trabalho. Dentro deste contexto é importante salientar que o estagiário estará preparado para assumir o seu papel como um profissional com as competências pertinentes a sua atividade. O estágio é um meio eficiente de acompanhamento de avanços conceituais.

De posse da etimologia da palavra estagiário e dada sua definição, é possível perceber a importância, deste processo educativo, na preparação profissional de um estudante universitário.

O que é um bom estágio?

O estágio ideal deve ser realizado em entidade que cumpre o papel de supervisão do estudante. Promover oportunidades de crescimento profissional também é algo de suma importância dentro deste contexto.

A realização de um bom estágio está intimamente ligada à preparação do estudante. Oportunizar ou reforçar os conhecimento dentro da área escolhida, conhecer a realidade mercadológica, cultivar um bom relacionamento interpessoal e trabalhar em equipe são características de extrema relevância para se obter sucesso no estágio.

Procedimentos para a dos melhores estagiários.

Atualmente, 1 em cada 3 empresas (no mundo) encontram dificuldade no preenchimento de seus cargos. O Brasil é o segundo país no qual este tipo de problema é mais acentuado, perdemos apenas do Japão. Um dos problemas que agrava esta situação e o baixo índice de formação universitária, somente 7% da população brasileira, entre 25 e 34 anos, possui ensino superior (Fonte INEP 2014).

Dentro deste contexto as empresas buscam estudantes em plena condição de estagiar, a vontade de aprender e cursos de qualidade reconhecida são critérios determinantes no processo de seleção. Comunicação, capacidade de adequação a diversas situações também devem ser observadas pelas empresas.

Empresa e Estagiário

Na relação entre empresa e estagiário, é importante que a primeira cumpra com a legislação em vigor e conceba atividades de estágio coerente com o curso do estagiário. Possibilitar a participação do aluno em projetos, analisar a possibilidade de implantar as iniciativas do estudante e buscar a viabilização de sua contratação após a finalização do estágio contribuem para o bom relacionamento entre ambos.

Por fim, é importante salientar que o estagiário deve cumprir o acordado no termo de compromisso, estudar e aproveitar as oportunidades delineadas pela empresa.

Prêmio Nobel denuncia revistas de alto impacto e diz que distorcem a ciência

Posted in off topic on January 7, 2014 by José Augusto Fabri

Fonte: Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior – ANDES-SN - Data: 03/01/2014 -http://www.andes.org.br/andes/print-ultimas-noticias.andes?id=6545

O ganhador do Prêmio Nobel de Medicina e Fisiologia de 2013, Randy Schekman, denuncia as revistas científicas pela mercantilização da ciência. Em artigo publicado no jornal inglês The Guardian, em dezembro do ano passado, ele afirma que os incentivos oferecidos pelas principais revistas distorcem a ciência.

Atento à mercantilização da pesquisa, ele diz no artigo que as decisões editoriais das grandes revistas científicas são guiadas por interesses comerciais, não apenas científicos, e que a cultura de supervalorização dessas publicações como estandartes de qualidade é prejudicial à ciência como um todo.

Também em dezembro de 2013, o ANDES-SN fez denúncia semelhante em reportagem da Revista Dossiê Nacional Precarização II, o “Desvio ideológico na concepção do mérito acadêmico” provocado por esse sistema de produção igualmente conhecido com “mcdonaldização” da ciência. (Leia aqui).

Schekman classifica esses periódicos de “revistas de luxo” e um de seus argumentos principais para denunciá-los é que eles “publicam muitos trabalhos importantes (outstanding), mas não só trabalhos importantes; nem são elas as únicas que publicam pesquisas importantes”.

O pesquisador destaca que muitas vezes a escolha do que é publicado ou rejeitado nessas revistas baseia-se numa avaliação de impacto que não reflete necessariamente ou unicamente a qualidade e/ou a importância de um trabalho, mas também a repercussão na mídia e o número de citações que ele poderá trazer para a revista.

Em outras palavras, as pesquisas não são avaliadas apenas pelo seu impacto científico, mas também pelo seu potencial impacto midiático e econômico. Pois são revistas comerciais, que cobram caro pelo seu conteúdo e precisam vender assinaturas para sobreviver financeiramente.

No artigo, Schekman denuncia exatamente o que os pesquisadores brasileiros Roberto Leher, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ); Carlos Saito, da Universidade de Brasília (UnB); e Maria Suely Leonart, da Universidade Federal do Paraná (UFPR),  revelam na Dossiê Nacional Precarização II.

Ele diz que é preciso levar em conta que o fator de impacto é uma nota média, baseada no total de citações recebidas por todos os trabalhos publicados numa revista ao longo de um determinado período, e que mesmo o fato de um trabalho ser muito citado não significa, automaticamente, que ele seja muito importante. “Um trabalho pode ser muito citado porque é boa ciência, ou porque é chamativo, provocativo ou incorreto”, escreve Schekman.

“Os editores das revistas de luxo sabem disso, por isso aceitam trabalhos que vão repercutir porque tratam de assuntos que são ‘sexy’ ou propõem conclusões desafiadoras. Isso influencia a ciência que os cientistas produzem; construindo bolhas de ‘pesquisa fashion’ nas quais os pesquisadores podem fazer propostas ousadas que essas revistas desejam, e desencorajando a realização de outras pesquisas importantes, como a replicação de resultados”, diz o pesquisador.

Open access
Como alternativa a esse modelo, Schekman defende a publicação em revistas de acesso livre na internet (open access journals), sem fins lucrativos. De 2006 a 2011, ele foi editor-chefe da Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS), a revista científica da Academia Nacional de Ciências dos EUA — também uma revista de alto impacto, mas não tanto como Nature e Science.

Em 2012, ele assumiu o posto de editor-chefe da eLife, uma revista online de acesso livre criada pelo HHMI, a fundação britânica Wellcome Trust e a Sociedade Max Planck, da Alemanha. A proposta da eLife é ser uma revista “para cientistas, editada por cientistas”, livre de interesses comerciais (para mais informações, assista ao vídeo clique aqui)

Para entender a lógica dos argumentos de Schekman basta pensar na seguinte situação: Se, por um lado, um pesquisador brasileiro A publicar um trabalho na eLife, ele (supostamente) terá sido revisado por alguns dos melhores cientistas da área e terá sido avaliado com base em critérios de qualidade puramente científicos; mas, aos olhos da sua instituição, da Capes e das agências de fomento brasileiras, será uma publicação de pouca importância porque o fator de impacto da eLife é baixo.

Por outro lado, um pesquisador brasileiro B que publicar um trabalho qualquer na Nature, Science, Cell ou outra revista de alto impacto será automaticamente visto como um grande cientista, não importa a qualidade ou a importância da sua pesquisa em questão (que pode ser maior, menor ou igual à da pesquisa publicada na eLife).

“Isso significa que o pesquisador B é melhor do que o A? Talvez sim, talvez não. Só mesmo uma análise individual, caso a caso, pode determinar isso com precisão. O grande problema é: Quem tem tempo para uma análise dessas?”, indaga.

A edição de 2013 do Prêmio Nobel de Medicina e Fisiologia, distribuído pelo Instituto Karolinska, uma universidade da Suécia, concedeu aos vencedores 8 milhões de coroas suecas (US$ 1,3 milhão). Bioquímico e pesquisador do Instituto de Medicina Howard Hughes (HHMI), da Universidade da Califórnia, em Berkeley, Schekman ganhou o prêmio juntamente com os cientistas norte-americano James Rothman e alemão Thomas Südhof pela descoberta dos mecanismos essenciais que executam e controlam o transporte de moléculas no interior das células. As descobertas do trio ajudaram a compreender melhor doenças como tétano e diabetes.

Slow Science
Em contraposição à fast Science, em 2010, surgiu na Alemanha o manifesto “slow science”, o qual ganhou projeção e adesão de boa parte do mundo científico no planeta e agora conta até com uma petição online, lançada na França. Os cientistas signatários da slow science entendem que o mundo da ciência sofre de uma doença grave, vítima da ideologia da competição selvagem e da produtividade a todo preço.

A praga cruza os campos científicos e as fronteiras nacionais. O resultado é o distanciamento crescente dos valores fundamentais da ciência: o rigor, a honestidade, a humildade diante do conhecimento, a busca paciente da verdade. A “mcdonaldização” da ciência produz cada vez mais artigos científicos, atingindo volumes muito além da capacidade de leitura e assimilação dos mais dedicados especialistas. Muitos trabalhos são publicados, engrossam as estatísticas oficiais e os currículos de seus autores, porém poucos são lidos e raros são, de fato, utilizados na construção da ciência.

Os defensores da slow science acreditam que é possível resistir à fast science. Defendem a possibilidade de reservar ao menos metade de seu tempo à atividade de pesquisa; pretendem se livrarem, vez por outra, das demandantes atividades de ensino e das atividades administrativas; querem privilegiar a qualidade e não a quantidade de publicações; e pleiteiam preservar algum tempo para os amigos, a família, o lazer e o ócio.

Em 2011, o movimento foi divulgado na rede social Facebook e, com isso, o Manifesto do grupo ganhou notoriedade. “Somos a favor da ciência acelerada do início do século XXI. Somos a favor do fluxo interminável de revistas com pareceristas anônimos e seu fator de impacto; gostamos de blogs de ciência e mídia, e entendemos as necessidades que relações públicas impõem. Somos a favor da crescente especialização e diversificação em todas as disciplinas. Queremos pesquisas que tragam saúde e prosperidade no futuro. Estamos todos neste barco juntos”, diz o documento.

No Manifesto, os mais de mil adeptos da Slow Science acredita que isto não basta. Eles pensam que a “ciência precisa de tempo para pensar, de tempo para ler e tempo para fracassar”. Afirmam que “a ciência nem sempre sabe onde ela se encontra neste exato momento, que a ciência se desenvolve de forma instável, por meio de movimentos bruscos e saltos imprevisíveis à frente e que, ao mesmo tempo, contudo, ela muitas vezes emerge lentamente, e para isso é preciso que haja estímulo e reconhecimento”.

No Manifesto, o Movimento Slow Science informa que “durante séculos, a slow science foi praticamentea única ciência concebível” e que, para eles, ela merece ser recuperada e protegida, que a sociedade deve dar aos cientistas o tempo de que eles necessitam, e os cientistas precisam ter calma.

“Sim, nós precisamos de tempo para pensar. Sim, nós precisamos de tempo para digerir. Sim, nós precisamos de tempo para nos desentender, sobretudo quando fomentamos o diálogo perdido entre as humanidades e as ciências naturais. Não, nem sempre conseguimos explicar a vocês o que é a nossa ciência, para o que ela servirá, simplesmente porque nós não sabemos ainda. A ciência precisa de tempo: – Tenham paciência conosco, enquanto pensamos”. A íntegra do artigo de Schekman, em inglês, pode ser lida aqui.

* Com informações da Agência Estado, Carta Capital, Jornal da Ciência (SBPC), Folha de S. Paulo

 

2013 in review

Posted in off topic on January 3, 2014 by José Augusto Fabri

The WordPress.com stats helper monkeys prepared a 2013 annual report for this blog.

Here’s an excerpt:

The concert hall at the Sydney Opera House holds 2,700 people. This blog was viewed about 49,000 times in 2013. If it were a concert at Sydney Opera House, it would take about 18 sold-out performances for that many people to see it.

Click here to see the complete report.

Visão de Mundo

Posted in off topic on November 20, 2013 by José Augusto Fabri

Vale a pena conferir o discurso de formatura da ECA feito por Clóvis Barros Filho.

link: http://vimeo.com/63449697

J. A. Fabri – fabri@utfpr.edu.br

Parque Tecnológico Norte Paraná – Polo Tecnologia da Informação e Comunicação

Posted in off topic on October 24, 2013 by José Augusto Fabri

Pessoal, venho trabalhando no projeto de criação e solidificação do Parque Tecnológico Norte Paraná – Polo Tecnologia da Informação e Comunicação. A ideia e as necessidades do parque podem ser verificados por meio da apresentação que será feita na FINEP – nesta próxima sexta 25. O vídeo da apresentação pode ser mapeado abaixo.

José Augusto Fabri – UTFPR campus Cornélio Procópio – CP – fabri@utfpr.edu.br

Motivação e trabalho segundo Daniel Godri

Posted in gestão de projetos, off topic on October 19, 2013 by José Augusto Fabri

Motivação e trabalho segundo Daniel Godri, vale a pena investir o seu tempo e assistir esse vídeo.

J. A. Fabri – fabri@utfpr.edu.br

Você pode…

Posted in off topic on September 18, 2013 by José Augusto Fabri

Se você acha que não irá conseguir… assista esse vídeo todos os dias…. eu faço isso, sempre.

Vida e Carreira – Mário Sérgio Cortella

Posted in off topic on March 28, 2013 by José Augusto Fabri

J. A. Fabri

2012 in rewiew

Posted in off topic on December 31, 2012 by José Augusto Fabri

2012 in rewiew

19,000 people fit into the new Barclays Center to see Jay-Z perform. This blog was viewed about 81.000 times in 2012. If it were a concert at the Barclays Center, it would take about 4 sold-out performances for that many people to see it.

click here to see complete report

Perceba…

Posted in off topic on November 9, 2012 by José Augusto Fabri

Quando não se tem nada, o pouco se torna muito.

José Augusto Fabri

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