Gestão de projeto na prática

Posted in Ferramentas, gestão de projetos, Sem-categoria on May 17, 2019 by José Augusto Fabri

Alunos da disciplina de gestão de projetos da UTFPR Campus Cornélio Procópio utilizando o produto gerado a partir de um projeto real.

Os alunos tiveram contato com Kanban, Picth, Scrum, EAP, cadeia produtiva, etc. Conceitos inerentes à disciplina.

Os jogos tem como objetivo ensinar gestão de projetos.

Com este trabalho geramos duas startups e alguns empregos.

Para você que crítica o trabalho desenvolvido pela Universidade, lanço um desafio: Monte um grupo de 15 empresários e me procure para participar desta iniciativa. Será um prazer receber aqueles que criticam!

Estou a disposição para ministrar um curso, aos sábados, de 30 horas para vocês.

jogosGestãoProjetos

Oportunidade de aprendizado de todos os conceitos citados e participar de uma metodologia ativa de aprendizado. Venha conhecer nosso trabalho e defender a Universidade conosco. Tenho certeza que você irá impulsionar o seu negócio.

Fica a dica.

fabri@utfpr.edu.br

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Picth Elevator

Posted in gestão de projetos on April 11, 2019 by José Augusto Fabri

O Picth Elevator é uma apresentação rápida de uma ideia, produto ou negócio. Esta prática é amplamente difundida no universo do empreendedorismo e da inovação.

Antes de apresentar as formas de construção de um Pitch Elevator, vou apresentar a história desta técnica.

Em 1953 Elisha Otis foi demostrar a ideia do elevador para uma grande plateia. Todos duvidavam de sua tecnologia. O mercado enxergava a ideia do elevador como um investimento de alto risco.

O que Otis fez?

Entro no elevador. Colocou o elevador em movimento. Parou em um andar específico. Pediu para seus colaboradores cortarem os cabos. Esta última ação gerou uma gritaria de toda plateia. Com o corte dos cabos, os dispositivos de segurança dispararam e o elevador não despencou de andar em que se encontrava. Estas ações oportunizaram a criação de uma das maiores companhias de elevadores do mundo, a Otis.

picth

A ideia do Picth foi customizada, e atualmente esta técnica se caracteriza em uma apresentação rápida que possibilita gerar a prospecção.

Imagine que você encontre um investidor (ou o diretor de sua empresa) em um elevador de um prédio de 20 andares. Você irá descer no décimo nono e ele no vigésimo. Perceba que você possui poucos segundos para apresentar uma ideia ou uma solução que gere algum valor agregado para o investidor ou sua empresa. A ideia é convencer seu interlocutor a se reunir contigo novamente. Objetivo da reunião: apresentar os próximos passos de sua solução.

Ao construir um Picth você deve simplificar a apresentação de uma mensagem complexa.

Você deve estar me perguntando: Como fazer isso?

Existem algumas estratégias para construir um bom Picth. Neste post vou apresentar 3.

1 – Picth de uma única palavra. Transmitir uma mensagem extremamente simples. Exemplo: Qual é a empresa que vem em sua mente quando você utiliza a palavra “Buscas”. Claro que é Google. A missão de nosso laboratório de inovação é “oportunizar” e a visão é “crescimento”. Questiono: Você quer conhecer o laboratório de inovação que eu oportunize o seu crescimento?

2 – Picth assunto de e-mail. O que desperta a sua vontade em ler um determinado e-mail e não deletá-lo? O assunto do e-mail. Se o título for interessante você vai abrir o e-mail.

3 – Picth no formato de Twitter. Você constrói uma apresentação de uma mensagem complexa com até 140 caracteres. Exemplo: Eu tenho um modelo que pode tornar o seu produto mais interessante. Ao ouvir esta frase, certamente, a pessoa que trabalha com a fabricação e comercialização de um determinado produto buscará mais informações sobre o seu modelo.

Enfim, o Picth deve prospectar uma ação positiva do investidor e uma nova oportunidade para que você apresente a sua solução.

A importância da comunicação, gestão de projetos e configuração (vídeo)

Posted in Ensino de engenharia de software, gestão de projetos, Papo de Empresa on March 16, 2019 by José Augusto Fabri

Pessoal,

Compartilho com vocês, por meio de um vídeo, disponibilizado pela ISD, a importância da comunicação e gestão de projetos e configuração no desenvolvimento de software.

Espero que todos aproveitem

Abraços a todos,

José Augusto Fabri – fabri@utfpr.edu.br

A importância de um Painel de Controle na Gestão

Posted in gestão de projetos on January 4, 2019 by José Augusto Fabri

A gestão de uma empresa  está ligada a tomada constante de decisões. Para que você possa acertar mais em suas decisões é necessário que você construa um bom Painel de Controle Empresarial.

Um Painel de Controle Empresarial tem como objetivo fornecer informações de extrema relevância que subsidie a tomada decisão – delimitar critérios que justifiquem uma determinada ação dentro do ambiente empresarial, também se caracteriza como uma prerrogativa do Painel.

As informações caracterizadas no Painel devem ser de cunho gerencial. Aspectos inerentes a produtividade de uma determinada célula; o faturamento da empresa na venda de um determinado produto para um setor econômico específico; são exemplos de informações de cunho gerencial.

Podemos comparar o Painel de Controle Empresarial a um Painel de Controle de um avião.

No avião o piloto tem ao alcance dos olhos as informações sobre:

  • temperatura interna e externa;
  • geradores elétricos;
  • velocidade da aeronave;
  • superfícies  móveis das asas e da cauda.
  • etc.

De posse destas informações, o piloto pode tomar decisões precisas e importantes que possibilitam que o voo atenda o plano pré-estabelecido.

Na empresa, o gestor deve possuir ao alcance dos olhos:

  • informações sobre legislações;
  • lista de contatos de seus principais interlocutores;
  • registro das decisões tomadas nas reuniões;
  • principais procedimentos que devem ser seguidos para a execução de uma gestão efetiva;
  • base histórica de produtividade financeira;
  • balanços e planilhas de investimentos;
  • projeto dos principais produtos ou serviços prestados pela empresa;
  • demandas necessária para um crescimento quantitativo e qualitativo;
  • ações planejadas pela sua unidade de gestão;
  • ações em execução pela sua unidade de gestão;
  • ações entregues pela sua unidade de gestão;
  • feedback de seus clientes internos e externos sobre a sua gestão.
  • etc.

Com estas informações o “piloto empresarial” terá subsídios para atender o “plano de voo” delineado por uma determinada empresa.

Fica a dica: O Painel de Controle bem estruturado possibilita a tomada de decisões certeiras.

Nos próximos posts, vamos explorar os aspectos estruturais para construção de um Painel de Controle Empresarial.

Até a próxima.

José Augusto Fabri – fabri@utfpr.edu.br

 

 

O cliente participa da escolha das funcionalidades para composição da Sprint Backlog?

Posted in gestão de projetos, Papo de Empresa, processo de produção de software on September 8, 2018 by José Augusto Fabri

Antes de responder esta questão, acredito que é necessário apresentar o conceito de Product Backlog, Sprint e Sprint Backlog.

A Product Backlog é caracterizada como uma lista de ações que você deve executar para a construção de um produto ou prestação de um serviço.

A Sprint se caracteriza como ciclos de execuções, estes ciclos são mapeados em horas, dias ou semana. Este mapeamento vai depender das características do produto ser desenvolvido ou do serviço a ser prestado.

Por fim, a Sprint Backlog é uma lista, gerada a partir da Product Backlog. Os itens selecionados para a composição da Sprint Backlog devem ser acondicionados dentro do ciclo temporal definido para a Sprint.

Definido os 3 conceitos, vamos a questão:

O cliente participa da escolha das funcionalidades para composição da Sprint Backlog?

Sim, ele pode participar da escolha das funcionalidades respeitando algumas restrições: vou destacar duas delas:

  1. Ciclo temporal definido para Sprint. O cliente não pode inserir itens que ultrapassem o ciclo delineado.
  2. Cronologia estrutural para a prestação do serviço ou desenvolvimento do produto. O cliente não pode solicitar que eu insira em minha Sprint Backlog a ação, pintar a parede, se a parede:
    1. não tiver sido rebocada;
    2. não tiver sido lixada.

É de extrema importância que o cliente participe da escolha os itens que vão compor Sprint Backlog, este fato proporciona ao cliente, uma sensação maior de pertencimento ao projeto.

José Augusto Fabri – fabri@utfpr.edu.br

Gerando uma boa Product Backlog

Posted in gestão de projetos, processo de produção de software on September 3, 2018 by José Augusto Fabri

A Product Backlog é um artefato pertence ao framework Scrum que tem como objetivo colecionar todas ações necessárias para o desenvolvimento de um produto ou serviço.

Na Engenharia de Software a Product Backlog é caracterizada como uma relação das funcionalidades que devem ser implementadas pelo Scrum Team.

Esta relação é composta das seguintes informações:

  • Código da funcionalidade a ser implementada;
  • Nome da funcionalidade;
  • Data de inserção da funcionalidade na lista;
  • Código da Sprint que a funcionalidade será implementada;
  • Tempo necessário para a construção funcionalidade.

A Product Backlog é gerada em um processo evolucionário, respeitando as prerrogativas dos métodos ágeis, ou seja, sua relação cresce sempre que você realiza uma interação com o seu cliente ou Product Owner.

Quanto mais interações você realiza mais consistente sua Product Backlog fica.

Lembre-se em um processo ágil o seu cliente faz parte do Scrum Team.

Um abraço a todos. Até a próxima.

José Augusto Fabri – fabri@utfpr.edu.br

Quando utilizar o Canvas dentro do ambiente de negócio?

Posted in gestão de projetos, gestão do conhecimento on September 3, 2018 by José Augusto Fabri

Antes de responder a questão levantada pelos nossos interlocutores, vamos apresentar rapidamente o que é o modelo Canvas.

O Canvas foi criado por Alexander Osterwalder e é caracterizado como uma ferramenta utilizada para fomentar ideias de forma simples e rápida. A ferramenta é amplamente aplicada para definir soluções em vários ambientes.

Esta ferramenta é composta por 9 áreas que possibilitam, a você, fomentar ideias e iniciar o seu modelo de negócio.

  1. Proposta de valor.
  2. Segmentos de clientes.
  3. Canais de distribuição.
  4. Formas de relacionamento com os clientes.
  5. Recursos chaves.
  6. Atividades chaves.
  7. Parcerias chaves.
  8. Despesas.
  9. Receitas.

As 9 áreas são distribuídas, em formas de quadrantes, em uma folha de papel A4. Veja o exemplo no link.

Você pode utilizar o Canvas dentro do ambiente empresarial sempre que se deparar com um problema. Por exemplo: na melhoria de um processo, na criação de um artefato, na organização de um setor, na criação de um novo produto.

Sempre tenha algumas folhas Canvas impressas em sua mesa, em sua bolsa, em sua carteira. Observe o seu ambiente de negócio e tente sempre completar a frase: “E se …”.

Quando você completar a frase – E SE … -, gere seu Canvas, realize um processo de maturação do artefato gerado e implemente a sua ideia.

Lembre-se, uma idéia sem implementar, é só uma ideia.