Pontos por Caso de Uso e a Evolução Tecnológica

Posted in gestão de projetos on May 17, 2017 by José Augusto Fabri

Pessoal…

A discussão apresentada neste texto surgiu de uma aula de Métricas de Software para o curso de Engenharia de Software da Universidade Tecnológica Federal do Paraná – campus Cornélio Procópio.

Durante a aula de pontos por caso de uso, estava trabalhando a complexidade dos atores. Na métrica em questão a referida complexidade pode ser caracterizada em:

Simples – quando a interface de acesso ao caso de uso é feita por meio de uma interface de programa.

Média – quando a interface de acesso ao caso de uso é feita por meio de uma interface em modo texto ou por meio de um protocolo TCP-IP.

Alta – quando a interface de acesso é feita por meio de uma interface gráfica.

A questão:

Vamos supor que eu tenho uma aplicação que possua vários atores que acessam os casos de uso por meio de uma interface gráfica, e além deste tipo de acesso, a aplicação também tem que rodar em um celular com sistemas operacional android ou iOS. Neste caso a classificação ultrapassaria a complexidade alta?

A discussão:

Eu acredito que sim, neste caso você poderia realizar uma customização da métrica e criar uma nova complexidade para este tipo de interface de acesso, extra-alta, por exemplo. Neste caso o peso do ator que acessa esta tipo de interface pode ser caracterizado com 4, visto que os pesos para as complexidades baixa, média e alta são 1, 2 e 3 respectivamente. Neste caso a métrica acompanha a evolução tecnológica.

As restrições:

Lembre-se que customização proposta é feita em um determinado ambiente que estabelece políticas bem definidas (em uma empresa por exemplo). Externar esta customização pode gerar ruídos.

Foi uma boa discussão.

Prof. Fabri – fabri@utfpr.edu.br

PMO – Escritório de Gestão de Projetos

Posted in gestão de projetos, Sem-categoria on May 5, 2017 by José Augusto Fabri

O Project Management Office, PMO, é caracterizado como um setor responsável por direcionar e manter os padrões de gerenciamento de projetos em uma organização. O objetivo do PMO é maximizar o controle e a execução de propostas de projetos da organização como um todo ou de uma área específica.

Atualmente os grandes executivos já entendem o verdadeiro valor do PMO, os que ainda não o desenvolveram, têm essa missão como prioridade dentro de seu escopo empresarial.

Os PMOs podem assumir a responsabilidade de definir processos e metodologias dentro do escopo da gestão de projetos. O Project Management Office deve monitorar os relatórios sobre projetos, verificando o progresso para que a gestão tome decisões estratégicas sobre quais projetos devem ser maximizados e quais devem ser cancelados.

Os escritórios de gestão de projetos possuem algumas funções primárias, este texto destaca algumas delas:

  • Gerenciamento de cronograma, custos e escopo;
  • Comunicações;
  • Gerenciamento de recursos;
  • Integração do projeto;
  • Gerenciamento de riscos.
  • Serviços de padrões, metodologias e processos
  • Definição de metodologia;
  • Desenvolvimento e melhoria de processos;
  • Definição de métricas;
  • Serviços de governança e gerenciamento de desempenho;
  • Compartilhamento de informações;
  • Escalada de problemas.

Tipos de PMOs

PMO corporativo: tem como objetivo definir padrões de gestão de projetos de toda a corporação. Este escritório está subordinado à diretoria geral da instituição, provê à estratégia da empresa e define os processos que a ajudem a atingi-la. Desafio – gerar valor para a organização em um nível estratégico.

PMO organizacional ou departamental: está diretamente ligado a uma área da instituição. Possui um papel é mais operacional e seus profissionais trabalham diretamente com os projetos do departamento. Estes tipos de escritórios departamentais são normalmente núcleos que motivam a organização a expandi-lo e gerar um PMO corporativo.

PMO para fins especiais: Estes escritórios são criados com objetivos específicos. Sua principal função é gerenciar um programa estratégico, por exemplo. Este escritório possui uma vida finita e o grande desafio dos gestores de PMOs especiais é motivar do time o tempo todo dado o seu caráter temporário.

Será que existem técnicas para implementar um Escritório de Gestão de Projetos?

Prof. Fabri – fabri@utfpr.edu.br

Nova face do Canvas – Canvas para plano de ensino.

Posted in off topic on April 16, 2017 by José Augusto Fabri

Pessoal, no ano passado lançamos nosso segundo livro – As várias faces do Canvas. De lá para cá desenvolvemos mais algumas faces. Compartilho com vocês o Canvas para plano e ensino. Um artefato de uma única folha que possibilita o docente a planejar de forma evolucionária todo o desenvolvimento de uma determinada disciplina.

canvas para plano de ensino

Um boa semana a todos

José Augusto Fabri – fabri@utfpr.edu.br

 

dicas: como escrever uma artigo científico

Posted in off topic on February 21, 2017 by José Augusto Fabri

Pessoal,

Uma boa dica.

Como escrever um artigo científico.

http://posgraduando.com/como-escrever-um-artigo-cientifico/

A leitura vale a pena.

Prof. Fabri

Qual é o mérito de sua vitória?

Posted in off topic on December 30, 2016 by José Augusto Fabri

Pense e reflita, qual é o mérito de sua vitória?

Um feliz 2017.

Scrum em nove minutos

Posted in gestão de projetos, processo de produção de software, Sem-categoria on November 5, 2016 by José Augusto Fabri

Pessoal, compartilho com vocês vídeo sobre o que é o Scrum. Vale apena assistir.

José Augusto Fabri – fabri@utfpr.edu.br

O que é uma certificação de qualidade

Posted in gestão de projetos, gestão do conhecimento, mercado produtor de software, Sem-categoria on October 25, 2016 by José Augusto Fabri

Uma certificação em uma determinada norma se caracteriza como um conjunto de regras que ao ser aplicado de forma sistemática garantem que algum objetivo seja atingido com um alto grau de qualidade.  A certificação foca a organização das tarefas e informações dentro de um domínio de conhecimento específico.

É importante salientar que a norma ou modelo e, consequentemente, a certificação tenha legitimidade junto a o ecossistema na qual ela está inserida. Ele deve ser necessário. Todos os atores deste ecossistema devem reconhecer a norma ou modelo e a sua certificação.

A certificação deve possuir minimamente dois documentos.

  1. O guia de referência. Este guia tem como objetivo apresentar as informações detalhadas sobre norma. Nele você encontra os atores que participaram da sua construção. A versão. Como o guia foi construído. Se a norma for dividida em níveis, é possível encontrar as ações que devem ser executadas para que níveis mais altos e melhores da certificação sejam atingidos.
  2. O guia de avaliação. Documento que contém quais são as evidencias que serão procuradas no momento da certificação (em um determinado nível). Como estas evidências devem ser caracterizadas e, por fim, quais os pontos direcionadores de um processo de certificação.

É importante salientar que os colaboradores das empresas que irão trabalhar na certificação das instituições devem participar de cursos e serem avaliados de forma sistemática. As empresas aptas a emitir o selo de certificação devem atender prerrogativas pré-determinadas pelo ecossistema que a propôs. Estas prerrogativas devem ser caracterizadas em um edital público. A análise das empresas é feita por um comitê de especialistas do ecossistema.  Lembre-se da legitimidade da certificação.

Quando alguém ou algum ecossistema propuser uma norma ou modelo de certificação, oriente-o minimamente sobre o que é uma certificação. Tem ecossistema proponho certificação sem saber estes conceitos básicos.

É necessária buscar a LEGITIMIDADE.

José Augusto Fabri – fabri@utfpr.edu.br