A “Caminho das Índias” e da China

 

Todos nós sabemos que as certificações em qualidade de software promovem um diferencial competitivo enorme, principalmente, quando queremos atingir os mercados externos. Dentro deste contexto e com base nos números publicados pelo SEI, tomei a liberdade de elaborar uma análise quantitativa, sob a ótica do modelo CMMI, da situação atual de alguns países emergentes (Brasil, China Índia).

De abril de 2002 a dezembro de 2007 o SEI avaliou, sob a ótica do modelo CMMI, cerca de 3100 instituições (empresas/organizações) que produzem software. Destas, apenas 31.4% são americanas. Do total (3100), cerca de: 1.5% encontram-se no nível 1; 33% encontram-se no nível 2; 45% encontram-se no nível 3; 2.5% encontram-se no nível 4; 11% encontra-se no nível 5.

13.6% das empresas que se submeteram a avaliação do SEI, possuem até 25 colaboradores; 15.6% possuem entre 26 a 50; 12.8% possuem entre 51 a 75; 8.9% possuem entre 76 a 100; 19.8% possuem entre 101 a 200 e 29.4% possuem mais que 200 colaboradores.  Estes números desmistificam a idéia que CMMI é aplicado somente a grandes empresas.

Na África foram realizadas 38 avaliações, na Ásia 1354, na América do Norte 1080, na Europa 403, na Oceania 30 e, por fim, na América do Sul 208 avaliações.

Veja a classificação dos países que possuem mais de 10 instituições avaliadas:

1

UnitedStates

1034

2

China

465

3

India

323

4

Japan

220

5

France

112

6

KoreaRepublic

107

7

Taiwan

88

8

Brazil

79

9

Spain

75

10

UnitedKingdom

71

11

Germany

51

12

Argentina

47

13

Canada

43

14

Malaysia

42

15

Mexico

39

16

Australia

29

17

Egypt

27

18

Chile

20

19

Philippines

20

20

Colombia

18

21

Italy

17

22

Israel

16

23

Singapore

16

24

HongKong

14

25

Pakistan

14


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Austria, Bahrain, Bangladesh, Belarus, Belgium, Bulgaria, Costa Rica, Czech Republic, Denmark, Dominican Republic, Finland, Hungary, Latvia, Mauritius, Morocco, Netherlands, New Zealand, Norway, Peru, Poland, Portugal, Romania, Russia, Saudi Arabia, Slovakia, South Africa, Sweden, Switzerland, Thailand e Vietnam completam a lista dos países avaliados pelo SEI (10 ou menos instituições avaliadas).

Com os dados disponbilizados pelo SEI, também é possível comparar a taxa de crescimento em número de avaliações de todos os países, neste texto reporto a comparação entre Brasil, Índia e China.

Em 2004:

Brasil possuía menos que 10 instituições avaliadas;

Índia 70 instituições avaliadas;

China 34 instituições avaliadas.

Em 2005:  

Brasil 22 instituições avaliadas;

Índia 140 instituições avaliadas;

China 117 instituições avaliadas.

Em 2006:

Brasil 48 instituições avaliadas;

Índia 204 instituições avaliadas;

China 240 instituições avaliadas.

O número de empresas indianas no nível 5 encontra-se em 151, na China existem 34 e no Brasil temos apenas 8.

Com base nos números será que é possível afirmar que na área produtiva de software, em um futuro próximo, a bola da vez são os chineses? A grande oferta de mão de obra e a taxa de crescimento exorbitante do país em questão, aliada a disciplina chinesa fazem a diferença no crescimento do país em número de certificações?

Em nossa análise quantitativa, também não podemos desprezar os indianos, de 2004 a 2007, 253 instituições se submeteram a avaliação do SEI. Já no Brasil, no mesmo período o número não chega 70. Em relação a quantidade de empresas certificadas no nível 5, podemos dizer que apanhamos (dos indianos) de dezenove a zero.

Em fim, para finalizar este post, deixo uma questão para reflexão:

O Brasil poderá entrar nesta novela como coadjuvante ou como ator principal?

Todos os dados publicados pelo SEI podem se acessados em: http://www.sei.cmu.edu/appraisal-program/profile/index.html

José Augusto Fabri

21 Responses to “A “Caminho das Índias” e da China”

  1. Oi Guto.

    O que mais nos salva é o fuso horario viu… senão…

    Pouca gente aqui fala inglês decentemente, e nosso nível de qualidade anda muito baixo! :-(

    Um indiano ou um Chines sai mais barato para os americanos que um brasileiro.

    Abraços,

    Juliano

  2. José Augusto Fabri Says:

    Juliano, até quando a questão do fuso irá nos “salvar”?

  3. Ótima pergunta hein!

    Precisamos nos qualificar, e logo!

  4. Se estivermos falando apenas em mercado, há uma relevância do CMMI. Porém, em termos puramente de se ter um software de qualidade resolvendo os problemas do negócio, há grandes questionamentos à importância destas certificações: a maior parte do mundo agile, por exemplo, é bastante reticente em relação a tais certificações. Não há nada em um ambiente ágil maduro que possa ser melhorado com a inclusão de práticas e/ou processos do CMMI. Muito pelo contrário.

  5. Sugiro que vocês leiam o livro sobre Extreme Programming do Vinícius Manhães Teles. O último capítulo foi escrito a quatro mãos pelo Rob Mee e pelo Kent Beck. A idéia deles é que o Brasil deveria adotar XP e metodologias ágeis, e não ir em busca de CMMi. E que China e India conseguem CMMi nível 5 porque têm mão de obra barata e abundante. Segundo eles, é preciso muita gente “pouco qualiificada” e mal remunerada para produzir toda a burocracia que CMMi nível 5 exige.

    Não conheço todas as exigências de CMMi nível 5, mas se for verdade isso que Mee e Beck estão dzendo, é melhor que o Brasil esteja abaixo de China e Índia neste ranking da burocracia…

    Mas, claro, desde que os nossos profissionais sejam melhor formados em métodos ágeis e aprendam a falar e escrever inglês corretamente.

  6. […] As agências de pesquisas salientam que o investimento mundial em TI para 2008 variará entre US$ 1.2 a 1.4 trilhões. As operações que demandam outsourcing e off-shore chegarão a casa de US$ 70 bilhões, um aumento de 40% se comparada a 2007. A Índia irá abocanhar cerca de 70% deste mercado (por que será?). […]

  7. Danylo Lucio Says:

    A Índia realmente está com muita vantagem sobre os outros países em termos de produtividade de software. Além de ter 70% do off-shore do mundo, um fator bastante importante pra o fator das empresas terem uma avaliação nível 5 da CEI, o fator de formar 200 mil profissionais na area, assim causando uma disputa no mercado de trabalho provocando um salário menor do BRIC. São apenas alguns fatores para que uma empresa se instale para lucrar mais e ter um futuro mais consolidado e sem ter muito risco posterior.

    Professor Augusto, assistir o seu mini-curso na ERBASE 2009 na UESC, foi de muito bom proveito para min o curso, muito bom a sua forma de passar o conteúdo, e o exemplo da pipa foi ótimo. Abraços .

  8. José Augusto Fabri Says:

    Vamos verificar a análise da turma de engenharia de software do curso de ciência da computação da FEMA. Solicitei a eles que fizessem a leitura do post e apresentassem seu ponto de vista, utilizando como pontos balizadores os seguintes itens:

    1 – Extraia o percentual de empresas avaliadas na América Latina – relacione o percentual extraído com os demais continentes. Na relação apresente um visão sintética sobre as potencialidades e fragilidades no continente.
    2 – Extraia o percentual de empresas certificadas no Brasil – compare com o % da América latina e com os demais continentes. Na comparação apresente um visão sintética sobre as potencialidades e fragilidades no continente.
    3 – É possível verificar que o crescimento em empresas certificadas no Brasil vem dobrando ano a ano… Fato esse que não ocorre com os indianos e chineses. Em seu ponto de vista e com base no crescimento dos países em desenvolvimento esse crescimento será sustentado nos próximos anos.
    4 – Quais seriam as medidas necessárias para que o Brasil pode adotar para abocanhar uma fatia maior na produção de software no contexto internacional.

    Seria interessante que todos o interlocutores do blog fizessem a mesma coisa.

    abraços

  9. Rodrigo Merlin, Vinicius Dias Oliveira Says:

    Os países da América Latina representam 6.8% do total. A Ásia e a América do Norte lideram com os maiores números de empresas avaliadas. Os resultados são bem relativos, pois não existe uma média entre os países dos continentes, um continente que apresente um país bem colocado, também possui um mal colocado, sendo assim difícil de estabelecer uma relação a nível continental. Um grande dificultador da América Latina em alcançar um melhor posicionamento, é de possuir uma cultura na qual o conhecimento de outros idioma é pequeno.

  10. Rodrigo Merlin, Vinicius Dias Oliveira Says:

    O Brasil é o país que apresenta o maior número de empresas avaliadas da Ameŕica Latina, estando atrás de países na América do Norte, Europa e Ásia. O país apresenta falta de incentivo na educação, logo na quantidade de profissionais para atuar na área.

  11. Rodrigo Merlin, Vinicius Dias Oliveira Says:

    Talvez o Brasil consiga manter a taxa de crescimento, mas hoje ainda ocorre muita exportação de mão de obra, brasileiros vão trabalhar em empresas de outros países, pois o retorno é maior. Outro fator também, é a falta de confiança nos serviços nacionais, fato que leva as empresas a buscar serviços de outros países. Assim sendo, é difícil que o Brasil cresça muito mais que o dobro em relações anuais.

  12. Rodrigo Merlin, Vinicius Dias Oliveira Says:

    O país deve exportar serviços, mas para isso é necessário que o número de trabalhadores no país aumente. Para tal, empresas nacionais devem apostar em serviços nacionais.

  13. Na América Latina, o porcentual de empresas avaliadas é de aproximadamente 7,93%, sendo que dessa porcentagem, 6,68% são da América do Sul e 1,25% do México que se situa na América do Norte, que possui aproximadamente 34,69%, Oceania 0,96%, Europa 12,94% e Ásia 43,49%.
    Na América do Sul, existe uma grande desigualdade em relação aos outros continentes, pois a mão de obra tende a ser mais barata, ficando atrás apenas dos países emergentes da Ásia (China e Índia) que possui a maior porcentagem do mundo de empresas avaliadas, onde o inglês é fluente. Já na América do Sul o inglês não é muito utilizado, isso faz com que fique atrás da Ásia. No entanto, o fuso horário que situa a América latina, é mais propicio o contato com os EUA ao continente Asiático.
    O Brasil ocupa a 8ª colocação com apenas 2,5% de empresas avaliadas. O índice de toda a América Latina não passa de 8% o que é vergonhoso, afinal só os EUA tem 33% de empresas avaliadas pelo SEI. Apesar do Brasil se destacar entre os países da América Latina e de ter dobrado seu índice de empresas avaliadas em um ano, ainda tem alguns problemas como o língua, no mundo todo a língua mais falada é o inglês e no Brasil o índice de brasileiros que falam inglês fluentemente é muito baixo. E para se ganhar dinheiro é necessário exportar, se o Brasil quer se tornar potência em TI terá que se adaptar aos países “grandes”, afinal os maiores compradores são os EUA e o Brasil leva suas vantagens em relação a países como India, China, Japão, França, entre outros, o fuso entre o Brasil/EUA é melhor e a distância entre eles também é menor.
    O crescimento das empresas certificadas no Brasil tende a crescer por ser a maior no continente com certificações, no entanto, sua fragilidade, o idioma como já foi citado, atrapalharia o crescimento.
    Só com a melhoria do quesito idioma o Brasil poderia abocanhar uma fatia maior na produção de software no contexto internacional.

  14. João Carlos / Luciano / Thiago Henrique Says:

    Números são frios, porém, por vezes traduzem a realidade de um setor. Tomando por base o período de 2004 a 2006 e o número de instituições avaliadas, temos o seguinte cenário:

    CHINA: 706% de crescimento no número de instituições avaliadas
    ÍNDIA: 292% de crescimento no número de instituições avaliadas
    BRASIL: 533% de crescimento no número de instituições avaliadas

    Porém, analisando outros números, temos:
    CHINA: 465 instituições avaliadas – 34 nível 5
    ÍNDIA: 323 instituições avaliadas – 151 nível 5
    BRASIL: 79 instituições avaliadas – 8 nível 5

    ***

    CHINA: 7,3% de instituições nível 5
    ÍNDIA: 46,8% de instituições nível 5
    BRASIL: 10,1% de instituições nível 5

    Podemos concluir que (em vista dos números apresentados) no ranking “bola da vez” a Índia leva o troféu, enquanto que a China leva uma mísera medalha de terceiro lugar. Mas, na minha singela opinião, quem mais se destaca é o Brasil pelo simples fato de oferecer “qualidade” na produção de softwares, o que, seguramente, não é o principal critério dos chineses para ganho de mercado. Mão de obra barata significa má qualidade do produto final ofertado, basta ir a uma loja de R$ 1,99 para podermos comprovar a tese.

    No Brasil, temos 79 empresas certificadas ou 2,55% das instituições certificadas no mundo.

    Dos 25 países que formam o grupo com mais de 10 empresas avaliadas, apenas cinco pertencem à América Latina: Brasil, Argentina, México, Chile e Colômbia. O Brasil possui cerca de 39% das empresas certificadas na América Latina. Apesar de termos países com grande número de empresas certificadas, como é o caso dos Estados Unidos com 1.034 empresas e China com 465 empresas, o Brasil destaca-se na produção de software principalmente pela qualidade do produto final, demonstrando, assim, o franco crescimento do setor, basta tomar como exemplo os softwares governamentais como os da Receita Federal e ainda os sistemas bancários desenvolvidos no país. Falar das potencialidades brasileiras não se torna tarefa difícil, já que o Brasil é grande formador de desenvolvedores com ampla visão de mercado e exportador de mão de obra qualificada. Quanto às fragilidades, em se tratando de Brasil, não enfrentamos grandes problemas pois, dados negativos, o Brasil lidera o ranking mundial de hackers e, dados positivos, para ser um hacker necessita-se de um bom conhecimento em informática, mais notadamente em programação.

    O crescimento de empresas certificadas no Brasil vem crescendo ano após ano, demonstrando, assim, o grande preparo do profissional brasileiro para enfrentar o mercado de trabalho, que, nesse campo especificamente, não faz distinção de nacionalidade, em face à unificação que se dá devido às linguagens de programação. Porém, atestar o sustendo dessa tendência para os próximos anos acaba por se tornar difícil, visto que o mercado do software não vive de modismos, mas sim de tendências profissionais e de desenvolvimento.

  15. João Carlos / Luciano / Thiago Henrique Says:

    Para que o Brasil conseguisse abocanhar uma fatia maior na produção de software, seria necessário um pouco mais empenho dos profissionais, muitos ainda não falam ou escrevem em inglês fluentemente e tambem desconhecem metodologias ágeis de desenvolvimento, sendo que isso conta muito hoje em dia no mercado de trabalho. Também é preciso que as empresas se qualifiquem mais, correndo atrás de certificações, como a CMMI.
    Outro ponto importante é no que diz respeito a carga de impostos e encargos trabalhistas que as empresas pagam ao governo. Se houvesse uma diminuição desse custo às empresas, certamente seria um incentivo.

  16. João Carlos / Luciano / Thiago Henrique Says:

    Somando as empresas avaliadas na América do Sul com o México, único país norte americano de língua latina, temos 247 empresas de software avaliadas, concentrando apenas 7,93% de todas as empresas de software avaliadas ao redor do mundo, 3113 no total. É um número pequeno comparando com concorrentes de “mesmo estado” de ascenção econômica de outros continentes. Fatos assim, expõem a crua realidade de não haver preocupação com o aprendizado da língua inglesa, com um baixo índice de formação de profissionais na área e, tratando-se especificamente do Brasil, tem muito haver também com a descomunal carga tributária praticada no país. Porém nem tudo está perdido, “ainda” temos o trunfo de fuso horário próximo ao norte americano (principal “importador” de mão de obra de software) e aceitamos baixos salários (como se fosse vantagem).

  17. Fernando, Marcelo Says:

    De acordo com a análise do texto é possível extrair informações importantes à respeito dos países desenvolvedores de serviços, onde é levantado um demonstrativo de 3100 empresas avaliadas pela SEI (2002 a 2007) que é um instituto de engenharia de software responsável por identificar, desenvolver e defender práticas para a concepção de software de alta qualidade e proteção dos sistemas em redes pela ótica do CMMI.
    Neste levantamento podemos observar que a América Latina obteve 6,54% da porcentagem de avaliação da SEI, também é possível observar que a Ásia obteve a maior porcentagem de avaliações, cerca de 43,67%, podendo ser caracterizado pelo baixo custo de mão de obra, pelo idioma inglês ser uma das línguas nativas, alto índice de pessoas capacitadas anualmente, os países da América do Sul em especial o Brasil levam como principal vantagem o quesito fuso horário, e pela ausência de fenômenos físicos da natureza como terremotos, furacões, etc. Em contrapartida há uma grande falta de mão de obra especializada, por conta do número de pessoas qualificadas formadas anualmente nas universidades do país ser insuficiente para a demanda do mercado, outro fator decisivo é a fluência do idioma inglês, sendo imprescindível para empresas de nível de atendimento global.
    Para o presente momento o Brasil deveria se preocupar mais com a formação de novos profissionais, dar mais apoio a área de pesquisa, incluir desde as séries primárias uma língua alternativa de qualidade para melhor preparar os jovens ao mercado tão competitivo que estamos vivendo.

  18. Renato (Boy), Rodrigo Poletini (Piriquito), Eduardo (Zuretão) Says:

    1- Neste momento países da America latina esta muito atrás dos demais continentes como, por exemplo, Ásia e Europa, pois, America latina tem 7,46%, Europa 12,63% e Ásia com 44,12%. A principal potencia no continente são a eficiências dos programadores, fusos horários, clima, salário entre outros. Porem poucas dessas vantagens é aproveitas por falta de incentivos dos governos. Brasil, por exemplo, é um dos pais que se paga/cobra mais impostos, então, do que adianta pagar um bom salário sendo que 40% vão para o governo. Programadores bons mais não falam outros idiomas e nem são valorizados por empresas do próprio país, empresas que importam softwares enquanto nós temos as mesmas capacidades de fazer-los.
    2- O Brasil possui ~37.98% de empresas certificadas em relação à América do Sul, isso nos impulsiona e nos motiva quando olhamos pros lados, más se vermos mais “adiante” nossos quase 38% despencão para ~2,57% em relação ao total certificações envolvendo todos os continentes nos deixando em 8º lugar do rank. Uma solução para este quadro é o investimento mais intensivo por parte do governo na formação de nossos profissionais, fato este que vem sendo quebrado aos poucos como, por exemplo, o aumento da carga horária e o ano de formação dos futuros profissionais, sim os alunos do ensino médio! Pois a educação é o primeiro passo do sucesso.
    3- Com base nos dados de 2004 a 2006 podemos ver que o quadro tende a se repetir na mesma proporção, entretanto para o ano de 2009 devido à crise econômica esses números diminuam, nada que em 2010 não se estabilize. Vale ressaltar que o ponto de vista aqui exposto são conclusões de perspectivas pessoais, não podemos dizer com exatidão o que ira ocorrer, pois toda causa tem sua consequência que nem sempre será a mesma.
    4- Várias questões pode se levantar em conta deste assunto, por exemplo:
    – Em 1° lugar educação, pois, Brasil esta dentro de um percentual de países que tem o menor índice de escolaridade e de qualificação o que dificulta o desenvolvimento do país;
    – investir na elevação definitiva do gasto público e privado com a pesquisa e desenvolvimento no país;
    – Aprendizado de outras línguas, de preferência o inglês;
    – Acabar com a profunda desigualdade social, que gera tensões em todo território da America latina.
    – Não importar softwares, apenas exportar-los. (importando também pode impulsionar empresas nacionais a MUDANÇAS e INOVAÇÕES para aumentar suas qualidades);
    – Não exportar programadores, pois são eles que farão essa diferença para a produção de software nos país.

  19. […] primeiro deles publicado foi publicado em 23 de janeiro de 2009, apresenta os resultados coletados pelo SEI […]

  20. […] tempo venho acompanhando o crescimento do CMMI no mundo, vejo o histórico: post 1, post 2, post 3, post 4,  post 5 e post 6. Neste post apresento os últimos resultados divulgados […]

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