A institucionalização de um processo de software e a persistência do conhecimento nas empresas – parte 2

A representação e a persistência do conhecimento são problemas críticos na maioria das organizações que trabalha com a produção de software. Materializar as informações relacionadas à como fazer algo (processo) não é trivial, garantir que as informações armazenadas na base irão oferecer subsídios para que o produto seja construído com qualidade é um tema de constante discussão na área de gestão do conhecimento.

O fato explicitado no parágrafo anterior é provado em palestras, consultorias e treinamentos efetuados pelo autor deste post – veja os indícios deste fato em A institucionalização do processo e a persistência do conhecimento nas empresas de software.

Na semana passada realizei, junto aos alunos do 6º período do curso de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas do Campus Cornélio Procópio da UTFPR, a mesma experiência apresentada no link destacado no parágrafo anterior.

O resultado apresentado neste post foi muito parecido ao encontrado no primeiro.

Os alunos tentaram exaustivamente materializar o conhecimento sobre o processo de construção do avião (vide as fotos).

Um dos alunos que participou da experiência – aquele que fica distante do resto da turma (vide  A institucionalização do processo e a persistência do conhecimento nas empresas de software) – lembrando que desta vez dois alunos participaram, não conseguiu construir o avião (veja a foto destacada abaixo).

O que mais me chamou a atenção na turma foi a pré-disposição da Izebelle e do Aiton (alunos) em construir um vídeo que retrata como construir o avião.

Após tentar construir o avião com as informações materializadas no quadro (e não conseguir) o aluno teve acesso ao vídeo e o avião foi construído sem problema algum.

Conclusão: a forma de representação do conhecimento é de extrema importância para o processo de produção de uma empresa de software. O conhecimento a ser representado deve possuir portabilidade, acessibilidade, simplicidade e, principalmente, transmitir de maneira clara, concisa e consistente o que deve ser feito.

Neste caso o vídeo foi muito mais eficaz que o texto. Interessante: Os próprios alunos descobriram esta prerrogativa por si só.

Abraços

José Augusto Fabri – fabri@utfpr.edu.br

One Response to “A institucionalização de um processo de software e a persistência do conhecimento nas empresas – parte 2”

  1. Larissa Tomiyasu Says:

    Olá, Fabri! Seu blog tem tudo a ver com minha monografia, enviei-lhe um e-mail. Aguardo resposta! Parabéns!

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