Uma alternativa para implementação de um processo de software

Pessoal, insisto em dizer que grande parte das empresas brasileiras não possui um processo de software definido e institucionalizado. Este fato, muitas vezes, coloca em xeque o software produzido em território nacional. A falta de profissionais qualificados dentro do contexto da engenharia de software é uma constante. Questões relacionadas a métricas de produtividade e qualidade, formalização da atividade de teste e reuso de software não são praticas institucionalizadas. Acredita-se que exista uma espécie de “deadlock” dentro do setor, as empresas não dão atenção devida às questões processuais da engenharia de software e as universidades não massificam estas questões junto aos alunos. Uma alternativa a este fato é fomentar as práticas ágeis nos cursos de Ciência da Computação e Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas. A apresentação destas práticas, permeadas por dinâmicas pedagógicas diferenciadas, junto aos referidos cursos constitui-se o principal do artigo apresentado neste post. Os resultados detectados com a aplicação das práticas ágeis também fazem parte do escopo do manuscrito.

Saliento que o artigo será publicado no Congresso Ibero Americano de Ensino de Computação, evento que ocorre em paralelo a Conferência Latino Americano de Informática – CLEI. Para maiores informações sobre o evento acesse: http://www.clei2011.ec.

Vale a pena dar uma analisada no artigo.

Link para o artigo na íntegra.

Abraços

José Augusto Fabri – fabri@utfpr.edu.br

 

One Response to “Uma alternativa para implementação de um processo de software”

  1. Domingos - FEMA Says:

    Guto as empresas brasileiras tem um comportamento eficiente cumprindo o prometido , com foco no problema. A eficácia costuma ir um pouco mais além, talvez elas não tenham eficácia. O piloto de um avião em pane e risco de queda, mais do que eficiente, precisa ser eficaz. Afinal, é uma situação em que não dá para pegar o manual no porta-luvas do avião, para ver que atitude tomar. É preciso fazer o que precisa ser feito. E o que precisa ser feito em software ? É justamente sua proposta métricas de produtividade e qualidade, formalização de atividade de teste e reuso de software. Um piloto de avião para atingir a eficácia leva 10 anos (chute), um desenvolvedor consegue trabalhar 10 anos em uma mesma atividade para atingir a eficácia ? Será que os métodos ágeis não geram muita pressão em cima do profissional de TI ? Muito bom artigo para refletirmos.

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