Um pouco de Persistência

(por André Domingues – anddomingues@utfpr.edu.br)

Aplicações corporativas manipulam dados em grande quantidade. Na maioria dos casos, esses dados são armazenados em banco de dados relacionais pois os principais sistema gerenciadores de banco de dados do mercado utilizam o modelo relacional. Por outro lado, atualmente, as aplicações corporativas costumam ser desenvolvidas com linguagens orientadas a objetos.

Como o modelo relacional e o modelo orientado a objetos diferem no modo de estruturar os dados, uma transformação deve ocorrer toda vez que alguma informação trafegar da aplicação para o banco de dados ou vice-versa. Essa transformação não é simples pois os dois modelos são bem diferentes.

No contexto das aplicações Java, para facilitar o processo de transformação dos dados que trafegam entre as aplicações e os banco de dados, podemos utilizar algumas ferramentas de persistência como o Hibernate ou o TopLink.

Essas ferramentas funcionam como intermediários entre as aplicações e os banco de dados, automatizando diversos processos importantes relacionados à persistência dos dados. Elas são chamadas de ferramentas ORM (Object Relational Mapping).

Com o intuito de facilitar a utilização dessas ferramentas e torná-las compatíveis com os outros recursos da plataforma Java, elas são padronizadas pela especificação Java Persistence API (JPA).

Abraços

Fabri – fabri@utfpr.edu.br

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