Archive for the processo de produção de software Category

Scrum Solo

Posted in processo de produção de software on April 17, 2016 by José Augusto Fabri

ciclo_scrum_soloPessoal,

Tudo bem?

Eu, Alexandre L´Erario e Tiago Pagotto e os demais colabores do LABINOV formalizamos oficialmente o Scrum Solo como um trabalho científico publicado em uma conferência. Os alunos vinham utilizando a ideia do processo sem a referida formalização. Compartilho com vocês o artigo por meio deste link.

O artigo será publicado na 11ª Conferencia Ibérica de Sistemas y Tecnologías de Información, entre 15 e 18 de Junho de 2016, em Gran Canaria,  Espanha.

Peço formalmente desculpas a comunidade acadêmica pela latência temporal delineada para publicação oficial.

Abcs.

José Augusto Fabri

Processo, Gestão e Inovação

Posted in processo de produção de software, Sem-categoria on February 24, 2016 by José Augusto Fabri

Compreender a natureza do processo produtivo é inerente as organizações que possuem um posicionamento estratégico no mercado. Nenhuma otimização ou melhoria são desenvolvidas sem que os gestores tenham uma visão ampla de seus processos de negócio e da produção. Organizar a produção, com propósito de reduzir custos, melhorar a qualidade e desenvolver prospecções, são atividades constantes nas maiores e mais competitivas organizações existentes.

Além de fortalecer internamente a organização, promovendo um fluxo de conhecimento entre os colaboradores, identificando riscos e melhorando a produtividade, a gestão de projetos permeia no ambiente externo. Uma organização com um processo de gestão de projetos eficaz, tende a manter-se no mercado como uma organização eficiente, criando uma sinergia e fortalecendo sua marca. Quando esta habilidade não é desenvolvida, resta então à organização competir no mercado, somente, por preço/custo. Se a organização não adotar procedimentos de gestão de projetos, está fadada ao fracasso.

Ao organizar seu processo produtivo e gerir seus projetos, a empresa pode conduzir esforços para inovação. O conceito de inovação vai além de novos produtos. Inovação pode incorporar novos processos, novos mercados, novas otimizações, novos serviços, etc. Neste sentido, é evidente que países emergentes como China e Índia, possuem organizações que se destacam e competem pelo mercado contemplando as diversas áreas de inovação.

A institucionalização de um processo é o primeiro passo para catalisar forças e conduzir um produto ou serviço ao sucesso e inovador.

Pense nisso!

J. A. Fabri – fabri@utfpr.edu.br

 

Quando a programação em pares deve ser adotada em ambiente empresarial?

Posted in processo de produção de software on January 6, 2016 by José Augusto Fabri

Pessoal…

Atualmente existem várias questões sobre a adoção da programação em pares. Este tipo de arranjo é mais produtivo se comparado ao arranjo individual? É possível estabelecer momentos em que uma empresa deve adotar o arranjo emparelhado no ambiente de programação?

Para responder estas questões eu e professor Alexandre L´Erario desenvolvemos 7 experimentos controlados, 4 deles no ambiente acadêmico e 3 no ambiente empresarial.

A realização dos experimentos mostrou que para problemas (programas) de complexidade alta a produção em pares é mais produtiva (tempo de produção) e provê código de maior qualidade.

Com base nos resultados gerados com os experimentos, concluímos que o arranjo emparelhado deve ser adotado em um ambiente empresarial somente na solução de problemas (programas) complexos.

Importante: Para detectar problemas de complexidade alta a empresa deve possuir um processo de software definido e institucionalizado.

O trabalho na íntegra pode ser obtido a partir deste link.

José Augusto Fabri e Alexandre L´Erario – fabri@utfpr.edu.br

plugin astah – calculando pontos por função-entradas

Posted in astah, gestão de projetos, processo de produção de software on December 7, 2015 by José Augusto Fabri

logo-friendsPessoal, neste post, vou apresentar como realizar o calculo dos pontos por função – analisando as entradas de dados. Caso você não esteja acompanhando a série de posts sobre o plugin sugiro que leia o primeiro e o segundo.

Se você não conhece a teoria de pontos por função, acesse este tutorial.

Para realizar o calculo siga os passos abaixo:

1 – abra o astah Professional

2 – abra o arquivo gerado a partir do post anterior.

3 – crie um diagrama de caso de uso. Clique no item de menu Diagram e posteriormente escolha a opção UseCase Diagram.

4 – Crie o ator User e os casos de uso to insert people e to insert cities. Faça a relação entre os atore casos de uso (vide figura abaixo).

5 – Você necessita avisar o astah que estes casos de uso se caracterizam como entradas. Para isto vamos “estereotipá-los” com <<input>>. Clique no caso de uso to insert people e depois clique na aba Stereotype (1), clique no botão Add (2) e digite <<input>>  para o estereótipo (3) (veja os círculos em preto na figura abaixo).

calculo entrada 1

6 – Agora você deve informar quantos arquivos e quantos campos esta entrada irá manipular. Para inserir o registro de uma pessoa é necessário manipular os dados da tabela cidades (lembre-se do Diagrama de Entidade e Relacionamento que você criou). Para realizar este passo clique no caso de uso to insert people (1), na aba TaggedValue (2), no botão Add (3) e digite Files para o campo Name (4) e 2 para campo Value (5). Clique novamente no botão Add e digite Fields para o campo Name e 5 para o campo Value. Esta entrada de dados irá manipular 2 arquivos e 5 campos (3 campos da tabela people e 2 campos da tabela cities) – vide Figura abaixo:

calculo entrada 2

7 – Repita os passos 5 e 6 para o caso de uso to insert cities. Neste caso de uso o Files será 1 e o Fields 2 (a entrada irá manipular uma tabela (ou arquivo) e dois campos).

8 – Execute o plugin astah para contagem de pontos por função, menu Tools, item Metrics, opção Function Point.

A contagem resultará em 21 pontos por função.

J. A. Fabri – fabri@utfpr.edu.br

 

plugin astah – calculando pontos por função – arquivos lógicos internos

Posted in gestão de projetos, processo de produção de software on December 1, 2015 by José Augusto Fabri

Pessoal, neste post, vou apresentar como realizar o calculo dos pontos por função – analisando somente os arquivos lógicos internos. Caso você não esteja acompanhando a série de posts sobre o plugin sugiro que leia este.

Se você não conhece a teoria de pontos por função, acesse este tutorial.

Para realizar o calculo siga os passos abaixo:

1 – abra o astah Professional.

2 – crie um novo projeto – menu file – new.

3 – crie um diagrama de entidade e relacionamento (vide figura abaixo).

calculo ali - der1

4 – Crie a tabela Pessoas (People) e Cidades (Cities). Insira o campos na tabelas conforme a figura abaixo.

calculo ali - der2

5 – Execute o plugin astah para contagem de pontos por função, menu Tools, item Metrics, opção Function Point.

A contagem resultará em 14 pontos por função.

No próximo post iremos apresentar a contagem dos pontos por caso de uso.

Até a próxima

J. A. Fabri

fabri@utfpr.edu.br

 

plugin astah para contagem de por função

Posted in astah, gestão de projetos, processo de produção de software on November 25, 2015 by José Augusto Fabri

Pessoal, em 2014 tive a oportunidade de lançar a versão beta do plugin astah para contagem de pontos por função. O plugin foi desenvolvimento durante um projeto de iniciação tecnológica da Universidade Tecnológica Federal do Paraná – Campus Cornélio Procópio.

Depois de uma longa jornada, hoje tenho a oportunidade de compartilhar com vocês a versão 1 do plugin. Esta versão pode ser obtida por meio deste link.

Para instalar o plugin você pode utilizar o este guia.

Se você já conhece a teoria de pontos por caso por função você pode utilizar o plugin a partir deste guia.

Agora se você não nada sobre pontos por função, você pode aprender a “metrificar” um software com este pontos a partir deste tutorial.

Nas próximas semanas irei publicar alguns tutoriais detalhando sobre como utilizar o plugin.

É importante salientar que o projeto foi desenvolvimento pelo aluno Allan V. Mori. Parabéns Allan pelo trabalho desenvolvido.

Fique a vontade para utilizar o plugin em seus projetos.

abraços

J. A. Fabri – fabri@utfpr.edu.br

A engenharia do como

Posted in processo de produção de software, Introdução a Engenharia de Software with tags , , on June 11, 2015 by José Augusto Fabri

A engenharia pode ser caracterizada como a arte de aplicar os conhecimentos, advindos das mais variadas áreas de conhecimento, na criação ou aperfeiçoamento de materiais, estruturas, máquinas, aparelhos, sistemas ou processos.

Já a ENGENHARIA DE SOFTWARE pode ser considerada uma área da Ciência da Computação que tem como objetivo a especificação, desenvolvimento e manutenção de sistemas de software. Atualmente, a ENGENHARIA DE SOFTWARE,                também estabelece uma relação estreita com outras áreas do conhecimento, tais como: Gerência de Projetos; Teoria da Qualidade; Gestão de Conhecimento.

Ao analisar ambas as definições é possível perceber que todas tratam o que fazer e não como fazer. Este fato é estendido aos livros, modelos de qualidade, disciplinas, consultorias e cursos ligados  à ENGENHARIA seguem o mesmo raciocínio, relatam o que e não como.

Afirmo isto com legitimidade, pois participo de diversas consultorias e trabalho dentro de um curso de engenharia de software que contrapõe a afirmação apresentada acima. A prova desta contraposição está ligada ao feedback que recebo de vários alunos e clientes (empresas que nos contratam, via Fundação, em consultorias). Estes feedbacks estão armazenados em minha base histórica de projetos, compartilho alguns com vocês.

  • O método de trabalho delineado pela sua equipe para nossa empresa alterou nossa forma de trabalho. Vocês executaram conosco, de forma prática, o método proposto, todos perceberam como fazer para estabelecer métricas de qualidade. A outra consultoria dizia-nos apenas o que fazer”. (feedback obtido após a implantação de um processo em uma empresa).
  • Professor, em sua disciplina sempre você apresenta como trabalhar a engenharia de software, você vai além do campo teórico, sempre embuti a prática em todas as aulas – esta constatação também pode ser estendida a todos os demais professores” (feedback obtido no final de 2014, após ministrar aulas de introdução a engenharia de software, no curso de Bacharelado em Engenharia de Software da Universidade Tecnológica Federal do Paraná).

Todos nós, profissionais que trabalhamos diretamente com as Engenharias, devemos relatar para toda a comunidade, acadêmica e empresarial, como fazer e não somente o que fazer.

O como fazer gera mais positividade, ou seja, a percepção do processo é real e todos entendem passo a passo aquilo o que está sendo construído. Possibilitam os envolvidos a receber um conjunto de conhecimentos mais sólidos.

Importante: O como fazer provê um aprendizado mais rápido e com maior qualidade.

Saia da esfera teórica e atinja a prática, durante a realização de seu trabalho, de suas aulas, de suas consultorias e na concepção de seus livros e materiais – foque mais o como.

Acredito que estamos perdendo este horizonte. As nossas universidades são, em sua grande parte, teóricas. A indústria necessita de pessoas que resolvem problemas de forma rápida e consistente.

Enfim, que tal praticar mais a engenharia do como e menos a engenharia do que?

José Augusto Fabri – fabri@utfpr.edu.br

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