Archive for the qualidade de software Category

O que é uma fábrica de software

Posted in processo de produção de software, qualidade de software on June 4, 2016 by José Augusto Fabri

Pessoal,

Entenda o que é uma fábrica de software. Veja o vídeo abaixo.

Um bom final de semana a todos.

Fabri.

A importância da gestão e da qualidade de software

Posted in gestão de projetos, processo de produção de software, qualidade de software on June 4, 2016 by José Augusto Fabri

Pessoal,

Percebam como a gestão e a qualidade são importantes em um projeto de software.

Um bom final de semana a todos.

Fabri

Graduação em Engenharia de Software na UTFPR

Posted in Ferramentas, gestão de projetos, gestão do conhecimento, Introdução a Engenharia de Software, mercado produtor de software, processo de produção de software, qualidade de software on June 4, 2014 by José Augusto Fabri

modeloA Universidade Tecnológica Federal do Paraná – Campus Cornélio Procópio oferece, a partir do segundo semestre de 2014, o curso de Bacharelado em Engenharia de Software. Atualmente o profissional desta área é um dos mais procurados no Brasil e no Mundo. Veja o projeto pedagógico do curso neste link.

Na figura ao lado você encontra o modelo que norteou todo o desenvolvimento do projeto pedagógico.

Informações adicionais:
Titulação Conferida: Bacharel em Engenharia de Software.
Modalidade de Curso: Ensino presencial
Local de Oferta: Universidade Tecnológica Federal do Paraná Campus Cornélio Procópio.
Coordenação e Unidade Executora: Coordenadoria de Engenharia de Software
Duração do curso: 08 semestres letivos.
Regime escolar: Semestral, com a matrícula realizada por disciplina.
Número de vagas: 88 vagas por ano, com 44 vagas ofertadas em cada semestre.
Turno previsto: Noturno.

José Augusto Fabri – fabri@utfpr.edu.br

Proposta de um modelo para classificação dos programas de residência em software espalhados pelo país

Posted in gestão do conhecimento, processo de produção de software, qualidade de software on October 8, 2013 by José Augusto Fabri

Pessoal!

Venho trabalhando com o conceito de residência em software algum tempo. Nesse período tive contato direto com 7 programas. Cada um dos programas possui um modelo de implementação diferenciando. Ao analisar os modelos, tomei a liberdade de classifica-los em níveis de qualidade:

  • Nível 1 – Totalmente simulado: O ambiente de residência está incubado em laboratório e os projetos de software são simulados.
  • Nível 2 – Parcialmente simulado: O ambiente de residência está incubado em laboratório e os projetos software são importados da indústria. Neste caso o ambiente também é responsável pela entrega do software.
  • Nível 3 – Ambiente real de execução de projeto de software: O ambiente de residência em software é caracterizado na indústria (empresa do setor produtivo de software) e os projetos software são desenvolvidos para atender clientes reais.
  • Nível 4 – Ambiente real de execução de projetos de software e exportação de conhecimento: O ambiente de residência em software é caracterizado na indústria (empresa do setor produtivo de software) e os projetos software são desenvolvidos para atender clientes reais. Além de atender estes clientes o ambiente exporta conhecimento sobre processo de software, gestão de projetos e de qualidade e ferramentas.

Dos 7 programas: 1 se encontra no nível 1, 2 se encontram no nível 2, 4 se encontram no nível 3. Importante: Nenhum deles se encontram no nível 4.

O trabalho completo pode ser acessado por desta referência.

Duarte, A. S, et. al (2013). Proposal of a Model to Classify Software Residency Environments. InConferência Ibérica de Sistemas e Tecnologias de Informação Proceedings. Lisboa. Portugal.

Até a próxima.

J. A. Fabri – fabri@utfpr.edu.br

CMMI: número de certificações por continente

Posted in qualidade de software on July 3, 2013 by José Augusto Fabri

Pessoal,

Venho acompanhando sistematicamente a evolução do número de certificações no modelo CMMI. Este link traz os últimos números publicados pelo SEI.

Para quem não conhece o modelo segue uma descrição básica.

CMMI (Capability Maturity Model Integration) é um modelo de referência que contém práticas  necessárias à maturidade em Systems Engineering (SE), Software Engineering (SW), Integrated Product and Process Development (IPPD), Supplier Sourcing (SS). Desenvolvido pelo SEI (Software Engineering Institute) – Universidade Carnegie Mellon, o CMMI caracteriza-se como uma evolução do CMM e norteia um modelo único para o processo de melhoria.

O CMMI é dividido em 5 níveis de maturidade as empresas nos níveis 4 e 5 possuem uma maior qualidade no seu processo de software quando comparadas as empresas dos níveis 1 e 2.

Para maiores informações do modelo, acesse: http://www.sei.cmu.edu/cmmi/

J. A. Fabri

3Cs na Especificação de Requisitos de Software (ERS)

Posted in gestão de projetos, processo de produção de software, qualidade de software on November 20, 2012 by José Augusto Fabri

A Especificação de Requisitos tem como objetivo mapear os requisitos funcionais e não funcionais de um software. A especificação deve traduzir de maneira clara, concisa e consistente (os 3cs) o que o software deve processar (no caso dos requisitos funcionais) em um determinado ambiente (abertura para os requisitos não funcionais).

É possível especificar software utilizando:

O documento de especificação de requisitos deve atender a todos os stakeholders do projeto. Clientes, desenvolvedores, engenheiros, testadores, gerentes devem entender qual o processamento que será realizado por um determinado requisito funcional (imerso no ambiente sistêmico) e a sua complexidade.

A literatura apresenta algumas boas práticas que contribuem diretamente com os 3Cs. Vamos a elas:

  • O que especificar? Requisitos Funcionais,  interfaces externas, performance, restrições, atributos de segurança (por favor complete a lista nos comentários se esqueci de algo).
  • Características de uma especificação: Correta, não ambígua, completa, consistente, os requisitos devem ser ranqueados dada sua importância, os requisitos devem ser verificáveis e rastreáveis.
  • Aplicar ferramentas para agilizar a especificação dos requisitos: A agilidade deve estar presente na construção e na leitura do documento. Lembre-se!!! Temos que gerar documentos claros, concisos e consistentes.

É importante salientar que as boas práticas não garantem totalmente a qualidade da especificação dos requisitos – é somente por meio de um contato constante com o cliente (veja os posts: 1, 2, 3 que reportam a importância do contato com o cliente) e com o ambiente sistêmico é que a especificação dos requisitos irá possuir um grau de qualidade aceitável. Neste ponto é possível mapear um dos fatores crítico de sucesso para qualquer projeto – comunicação com o cliente e com o ambiente.

Tenha em mente que especificar requisitos é de extrema importância para definir o escopo de um projeto. Um projeto com o escopo bem definido pode minimizar a recorrência de problemas ligados a gestão, principalmente em produtos caracterizados como software.

Abraços

José Augusto Fabri – fabri@utfpr.edu.br

Proposta de um modelo de rastreabilidade de requisitos permeado por mapas mentais.

Posted in gestão do conhecimento, processo de produção de software, qualidade de software on May 2, 2012 by José Augusto Fabri

Pessoal.

O artigo anexo a este texto, apresenta a proposta de um modelo de rastreabilidade de requisitos de software baseado em mapas mentais. O artigo será publicado na 7ª Conferência Ibérica de Sistemas e Tecnologias de Informação (junho) – Madri Espanha.

Artigo.

Abraços.