Quando a programação em pares deve ser adotada em ambiente empresarial?

Posted in processo de produção de software on January 6, 2016 by José Augusto Fabri

Pessoal…

Atualmente existem várias questões sobre a adoção da programação em pares. Este tipo de arranjo é mais produtivo se comparado ao arranjo individual? É possível estabelecer momentos em que uma empresa deve adotar o arranjo emparelhado no ambiente de programação?

Para responder estas questões eu e professor Alexandre L´Erario desenvolvemos 7 experimentos controlados, 4 deles no ambiente acadêmico e 3 no ambiente empresarial.

A realização dos experimentos mostrou que para problemas (programas) de complexidade alta a produção em pares é mais produtiva (tempo de produção) e provê código de maior qualidade.

Com base nos resultados gerados com os experimentos, concluímos que o arranjo emparelhado deve ser adotado em um ambiente empresarial somente na solução de problemas (programas) complexos.

Importante: Para detectar problemas de complexidade alta a empresa deve possuir um processo de software definido e institucionalizado.

O trabalho na íntegra pode ser obtido a partir deste link.

José Augusto Fabri e Alexandre L´Erario – fabri@utfpr.edu.br

Oficina de artigos

Posted in Ensino de engenharia de software on January 5, 2016 by José Augusto Fabri

Pessoal, eu juntamente com o professor Alexandre L´Erario, formalizamos a aplicação do conceito de oficina de artigos. A oficina tem como objetivo promover o trabalho colaborativo entre pesquisadores de uma determinada área para materializar conhecimento científico.

Esta oficina vem sendo configurada de forma sistemática junto ao GTI,  LabINOV e alunos da área de Engenharia de Software do Programa de Pós-Graduação em Informática da Universidade Tecnológica Federal do Paraná – Campus Cornélio Procópio. Salientamos que a oficina pode ser customizada para qualquer área.

O artigo apresenta os resultados preliminares obtidos com o GTI.

Outra informação importante, é a publicação de 9 artigo dos alunos que cursaram as disciplinas de Engenharia de Software e Experimentação em Computação nos anos de 2012, 2013 e 2014.

O link para acesso a publicação da oficina pode ser obtida por meio deste link.

Se você encontrar dificuldade para realizar o download do artigo, clique aqui.

Boa leitura

J. A. Fabri e A. L´Erario.

 

Delimitar pontos de referência…

Posted in off topic on January 4, 2016 by José Augusto Fabri

É uma boa alternativa para concretizar um plano ou um sonho.

A palavra referência vem do Latin refere, que significa aquilo que se pretende referir ou aquilo que se utiliza como modelo.

Quando delimitamos um ponto de referência, criamos um modelo, que irá influenciar em nossa forma de pensar e de agir.

Para atingir o ponto criado é necessário criarmos vários outros pontos. Estes pontos irão melhorar a nossa percepção de conquista e, principalmente, gerenciar de forma mais concreta nossas expectativas.

Vamos supor que eu sonhe em ser um grande gerente de projeto de software. Ser este gerente é apenas um dos pontos delimitados. Ingressar em um bom curso de engenharia de software, trabalhar como programador, analista de sistemas, gerente de célula de produção, líder de equipe, analista de negócio caracterizam em outros pontos que devo delimitar. Ao atingir um desses pontos a sensação de conquista é eminente.

Lembre-se!!! Ninguém corre uma maratona sem correr o primeiro km.

Porém, alerto, os pontos de referências devem ser relativos. Trabalhe a referência relativa. Ela me proporciona adaptação às várias mudanças ambientais. Vivemos em um mundo totalmente indeterminístico temos controle sobre pouquíssimas variáveis que estão ao nosso redor, e possuir “um certo” relativismo sobre os pontos delimitados também o ajudarão na sua empreitada.

Se você não tem fôlego para correr os primeiros quilometro, corra 500 metros. Amanhã pode ser que você corra o primeiro km.

Ah… eu ia me esquecendo, não existe um ponto final para a sua referência.

Um bom 2016 para todos.

J. A. Fabri – fabri@utfpr.edu.br

plugin astah – calculando pontos por função – saídas

Posted in Ferramentas, gestão de projetos, gestão do conhecimento, Sem-categoria on December 14, 2015 by José Augusto Fabri

logo-friendsPessoal, espero que todos estejam acompanhando a série de post sobre o plugin astah. No primeiro você pode obter informações gerais do plugin. No segundo você aplica o plugin na contagem dos arquivos lógicos internos. No terceiro aplicamos o plugin na contagem das entradas de dados. Neste iremos trabalhar a contagem das saídas de dados.

Se você ainda não conhece a teoria sobre pontos por função, acesse este tutorial.

Para realizar o calculo da saída siga as instruções.

1 – abra o astah Professional.

2 – abra o arquivo no qual você gerou a contagem dos arquivos lógicos internos e a contagem das entradas (segundo post).

3 – crie o caso de uso to report cities by people (vide figura abaixo). Relacione o caso de uso com o ator User (vide Figura abaixo).

pluginSaida

4 – Você necessita avisar o astah que estes casos de uso se caracterizam como entradas. Para isto vamos “estereotipá-los” com <<output>>. Clique no caso de uso to report cities by people e depois clique na aba estereótipos (1), clique no botão Add (2) e digite <<output>>  para o estereótipo (3) (veja os círculos em preto na figura abaixo).

pluginSaidaOutput

5 – Agora você deve informar quantos arquivos e quantos campos esta entrada irá manipular. Para emitir um relatório que pessoas por cidades você irá manipular duas tabelas (lembre-se do Diagrama de Entidade e Relacionamento que você criou). Para realizar este passo clique no to report cities by people (1), na aba TaggedValue (2), no botão Add (3) e digite Files para o campo Name (4) e 2 para campo Value (5). Clique novamente no botão Add e digite Fields para o campo Name e 5 para o campo Value. Esta entrada de dados irá manipular 2 arquivos e 5 campos (3 campos da tabela people e 2 campos da tabela cities) – vide Figura abaixo:

pluginSaidaOutputTarTed

6 – Execute o plugin astah para contagem de pontos por função, menu Tools, item Metrics, opção Function Point.

A contagem resultará em 25 pontos por função. 14 para a contagem dos arquivos lógico interno, 7 para a contagem as entradas externas e 4 para as saídas.

Até a próxima.

J. A. Fabri – UTFPR. fabri@utfpr.edu.br

 

plugin astah – calculando pontos por função-entradas

Posted in astah, gestão de projetos, processo de produção de software on December 7, 2015 by José Augusto Fabri

logo-friendsPessoal, neste post, vou apresentar como realizar o calculo dos pontos por função – analisando as entradas de dados. Caso você não esteja acompanhando a série de posts sobre o plugin sugiro que leia o primeiro e o segundo.

Se você não conhece a teoria de pontos por função, acesse este tutorial.

Para realizar o calculo siga os passos abaixo:

1 – abra o astah Professional

2 – abra o arquivo gerado a partir do post anterior.

3 – crie um diagrama de caso de uso. Clique no item de menu Diagram e posteriormente escolha a opção UseCase Diagram.

4 – Crie o ator User e os casos de uso to insert people e to insert cities. Faça a relação entre os atore casos de uso (vide figura abaixo).

5 – Você necessita avisar o astah que estes casos de uso se caracterizam como entradas. Para isto vamos “estereotipá-los” com <<input>>. Clique no caso de uso to insert people e depois clique na aba Stereotype (1), clique no botão Add (2) e digite <<input>>  para o estereótipo (3) (veja os círculos em preto na figura abaixo).

calculo entrada 1

6 – Agora você deve informar quantos arquivos e quantos campos esta entrada irá manipular. Para inserir o registro de uma pessoa é necessário manipular os dados da tabela cidades (lembre-se do Diagrama de Entidade e Relacionamento que você criou). Para realizar este passo clique no caso de uso to insert people (1), na aba TaggedValue (2), no botão Add (3) e digite Files para o campo Name (4) e 2 para campo Value (5). Clique novamente no botão Add e digite Fields para o campo Name e 5 para o campo Value. Esta entrada de dados irá manipular 2 arquivos e 5 campos (3 campos da tabela people e 2 campos da tabela cities) – vide Figura abaixo:

calculo entrada 2

7 – Repita os passos 5 e 6 para o caso de uso to insert cities. Neste caso de uso o Files será 1 e o Fields 2 (a entrada irá manipular uma tabela (ou arquivo) e dois campos).

8 – Execute o plugin astah para contagem de pontos por função, menu Tools, item Metrics, opção Function Point.

A contagem resultará em 21 pontos por função.

J. A. Fabri – fabri@utfpr.edu.br

 

plugin astah – calculando pontos por função – arquivos lógicos internos

Posted in gestão de projetos, processo de produção de software on December 1, 2015 by José Augusto Fabri

Pessoal, neste post, vou apresentar como realizar o calculo dos pontos por função – analisando somente os arquivos lógicos internos. Caso você não esteja acompanhando a série de posts sobre o plugin sugiro que leia este.

Se você não conhece a teoria de pontos por função, acesse este tutorial.

Para realizar o calculo siga os passos abaixo:

1 – abra o astah Professional.

2 – crie um novo projeto – menu file – new.

3 – crie um diagrama de entidade e relacionamento (vide figura abaixo).

calculo ali - der1

4 – Crie a tabela Pessoas (People) e Cidades (Cities). Insira o campos na tabelas conforme a figura abaixo.

calculo ali - der2

5 – Execute o plugin astah para contagem de pontos por função, menu Tools, item Metrics, opção Function Point.

A contagem resultará em 14 pontos por função.

No próximo post iremos apresentar a contagem dos pontos por caso de uso.

Até a próxima

J. A. Fabri

fabri@utfpr.edu.br

 

plugin astah para contagem de por função

Posted in astah, gestão de projetos, processo de produção de software on November 25, 2015 by José Augusto Fabri

Pessoal, em 2014 tive a oportunidade de lançar a versão beta do plugin astah para contagem de pontos por função. O plugin foi desenvolvimento durante um projeto de iniciação tecnológica da Universidade Tecnológica Federal do Paraná – Campus Cornélio Procópio.

Depois de uma longa jornada, hoje tenho a oportunidade de compartilhar com vocês a versão 1 do plugin. Esta versão pode ser obtida por meio deste link.

Para instalar o plugin você pode utilizar o este guia.

Se você já conhece a teoria de pontos por caso por função você pode utilizar o plugin a partir deste guia.

Agora se você não nada sobre pontos por função, você pode aprender a “metrificar” um software com este pontos a partir deste tutorial.

Nas próximas semanas irei publicar alguns tutoriais detalhando sobre como utilizar o plugin.

É importante salientar que o projeto foi desenvolvimento pelo aluno Allan V. Mori. Parabéns Allan pelo trabalho desenvolvido.

Fique a vontade para utilizar o plugin em seus projetos.

abraços

J. A. Fabri – fabri@utfpr.edu.br

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