plugin astah – calculando pontos por função – arquivos lógicos internos

Posted in gestão de projetos, processo de produção de software on December 1, 2015 by José Augusto Fabri

Pessoal, neste post, vou apresentar como realizar o calculo dos pontos por função – analisando somente os arquivos lógicos internos. Caso você não esteja acompanhando a série de posts sobre o plugin sugiro que leia este.

Se você não conhece a teoria de pontos por função, acesse este tutorial.

Para realizar o calculo siga os passos abaixo:

1 – abra o astah Professional.

2 – crie um novo projeto – menu file – new.

3 – crie um diagrama de entidade e relacionamento (vide figura abaixo).

calculo ali - der1

4 – Crie a tabela Pessoas (People) e Cidades (Cities). Insira o campos na tabelas conforme a figura abaixo.

calculo ali - der2

5 – Execute o plugin astah para contagem de pontos por função, menu Tools, item Metrics, opção Function Point.

A contagem resultará em 14 pontos por função.

No próximo post iremos apresentar a contagem dos pontos por caso de uso.

Até a próxima

J. A. Fabri

fabri@utfpr.edu.br

 

plugin astah para contagem de por função

Posted in astah, gestão de projetos, processo de produção de software on November 25, 2015 by José Augusto Fabri

Pessoal, em 2014 tive a oportunidade de lançar a versão beta do plugin astah para contagem de pontos por função. O plugin foi desenvolvimento durante um projeto de iniciação tecnológica da Universidade Tecnológica Federal do Paraná – Campus Cornélio Procópio.

Depois de uma longa jornada, hoje tenho a oportunidade de compartilhar com vocês a versão 1 do plugin. Esta versão pode ser obtida por meio deste link.

Para instalar o plugin você pode utilizar o este guia.

Se você já conhece a teoria de pontos por caso por função você pode utilizar o plugin a partir deste guia.

Agora se você não nada sobre pontos por função, você pode aprender a “metrificar” um software com este pontos a partir deste tutorial.

Nas próximas semanas irei publicar alguns tutoriais detalhando sobre como utilizar o plugin.

É importante salientar que o projeto foi desenvolvimento pelo aluno Allan V. Mori. Parabéns Allan pelo trabalho desenvolvido.

Fique a vontade para utilizar o plugin em seus projetos.

abraços

J. A. Fabri – fabri@utfpr.edu.br

Aplicando o Mindstorms no ensino de processo e gestão de projetos de software

Posted in Ensino de engenharia de software on November 4, 2015 by José Augusto Fabri

Pessoal,

Trabalhamos a algum tempo com processo e gestão de projetos de software. Focamos basicamente a implantação e melhoria de processo de software e as áreas chaves da atividade de gestão, principalmente a questão do planejamento do projeto.

Fizemos diversas experiências utilizando o Mindstorms ev3 dentro deste contexto. No mês de outubro, consolidamos um trabalho prático. O trabalho pode ser acessado neste link. O trabalho foi apresentado no IEEE – Frontier Education – Texas – USA.

O vídeo abaixo apresenta o final a aula (de ontem) que utilizou toda a metodologia desenvolvido no trabalho.

Abraços

Fabri e L´Erario.

A relação entre a teoria e a prática no ensino de engenharia

Posted in Ensino de engenharia de software with tags , , on August 26, 2015 by José Augusto Fabri

Pessoal, nesta semana me deparei com o um texto Sistemas de Informação e Engenharia de Software: Cadê as Escolas? (Silvio Meira)

De antemão, afirmo que o texto é excelente e concordo os vários pontos relatados.

Ao ler o texto você consegue visualizar rapidamente a relação entre teoria e prática no ensino de engenharia. Ao meu ver, esta relação é apresentada, de forma concisa na figura abaixo.

teoriaPrarica

Perceba que a figura mostra que os docentes imersos no sistema de ensino superior brasileiro são extremamente teóricos (quadrante roxo), fato este que não caracterizo como demérito. O problema encontra-se na capacidade de aplicarmos todo aparato teórico de forma prática, possibilitando a conjunção das ações pesquisar e desenvolver – maximizar a agregação de valor e gerar riqueza de forma sólida e consistente (quadrante vermelho).

Nossa missão é transpor o aluno, imerso no quadrante azul, para o quadrante vermelho. Para cumpri-la devemos nos posicionar neste quadrante. Fato este que não ocorre facilmente, pois esbarramos sempre na base legal que rege as universidades públicas, que impede que os professores se insiram na indústria e obtenham algum retorno. Saliento também que o sistema de avaliação CAPES não colabora com a transposição. O referido sistema, caracterizado como “meritocrático”, qualifica de forma ampla aquilo que chamo de publicação de prateleira (ninguém usa, ninguém lê e não gera valor de forma efetiva). Eu mesmo tenho uma série destas publicações – é meu amigo, são as regras do jogo. Outro fato que colabora com a não transposição dos docentes para o quadrante vermelho é o comodismo, conheço diversos professores que se acostumam com este sistema e são avessos a mudanças.

Por fim, os fatos explicitados no parágrafo anterior nos leva ao fluxo 3 da Figura, na qual o aluno é transposto para o quadrante roxo, ou seja, quando formados são mais teórico e menos práticos. Este fato não possibilita a união das ações pesquisar e desenvolver retratada no quadrante vermelho.

Como mudar esta realidade?

José Augusto Fabri – fabri@utfpr.edu.br

Alunos da Computação da UTFPR-CP na final da conferência Mapa da Educação

Posted in Sem-categoria on July 28, 2015 by José Augusto Fabri

O grupo Ensino Lúdico de Lógica de Programação, ELLP, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná campus Cornélio Procópio foi selecionado para participar na final da Conferência Mapa Educação no dia 29 de agosto em Brasília.

O Mapa Educação caracteriza-se como uma organização não governamental e tem como objetivo engajar o jovem no debate nacional para uma educação de maior qualidade.

Este evento busca eleger os melhores projetos que visam promover a educação brasileira. Caso o projeto seja eleito este pode ser implantado em todo o País.

Estarão presentes na conferência Denis Mizne, Diretor Executivo da Fundação Lemann, Cristovam Buarque, Senador do Distrito Federal, Daniel Barcelos Vargas, secretário-executivo da Secretaria de Assuntos Estratégicos, entre outros.

Possivelmente participarão do evento a Presidenta Dilma Rousseff, Jorge Paulo Lemann e o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.

A iniciativa Ensino Lúdico de Lógica de Programação é levar os conhecimentos de programação e articular com os conteúdos do Parâmetro Curricular Nacional, por meio das ferramentas Kodu Game Lab e o robô Lego Mindstorms.

Para viabilizar a participação de um dos integrantes do grupo ELLP será necessário a arrecadação de fundo via o sistema crowdfunding (apoio comunitário para desenvolvimento de projeto). O sistema de crowdfunding utilizado pelo Mapa Educação é O Formigueiro. Você pode doar qualquer valor acessando o site: http://www.formigueiro.org/projetos/grupo-14-desafio-mapa-educacao

O ELLP agradece a colaboração de todos!

Kabanize apoia o projeto Kanban no desenvolvimento distribuído de software

Posted in Sem-categoria on July 21, 2015 by José Augusto Fabri

Pessoal no final do semestre o kabanize.com nos deu total apoio no desenvolvimento do projeto Kanban no desenvolvimento distribuído de software. Além de liberar uma licença para nossos alunos eles também publicaram os resultados preliminares no site. Abaixo disponibilizo dois links: um com a publicação do kabanize e outro com o modelo utilizado para execução do projeto.

http://blog.kanbanize.com/studying-kanban-to-teach-distributed-software-development/

http://wp.me/pcuYv-Dr

Rubem Cardoso, parabéns pelo trabalho desenvolvido até ao momento.

A engenharia do como

Posted in Introdução a Engenharia de Software, processo de produção de software with tags , , on June 11, 2015 by José Augusto Fabri

A engenharia pode ser caracterizada como a arte de aplicar os conhecimentos, advindos das mais variadas áreas de conhecimento, na criação ou aperfeiçoamento de materiais, estruturas, máquinas, aparelhos, sistemas ou processos.

Já a ENGENHARIA DE SOFTWARE pode ser considerada uma área da Ciência da Computação que tem como objetivo a especificação, desenvolvimento e manutenção de sistemas de software. Atualmente, a ENGENHARIA DE SOFTWARE,                também estabelece uma relação estreita com outras áreas do conhecimento, tais como: Gerência de Projetos; Teoria da Qualidade; Gestão de Conhecimento.

Ao analisar ambas as definições é possível perceber que todas tratam o que fazer e não como fazer. Este fato é estendido aos livros, modelos de qualidade, disciplinas, consultorias e cursos ligados  à ENGENHARIA seguem o mesmo raciocínio, relatam o que e não como.

Afirmo isto com legitimidade, pois participo de diversas consultorias e trabalho dentro de um curso de engenharia de software que contrapõe a afirmação apresentada acima. A prova desta contraposição está ligada ao feedback que recebo de vários alunos e clientes (empresas que nos contratam, via Fundação, em consultorias). Estes feedbacks estão armazenados em minha base histórica de projetos, compartilho alguns com vocês.

  • O método de trabalho delineado pela sua equipe para nossa empresa alterou nossa forma de trabalho. Vocês executaram conosco, de forma prática, o método proposto, todos perceberam como fazer para estabelecer métricas de qualidade. A outra consultoria dizia-nos apenas o que fazer”. (feedback obtido após a implantação de um processo em uma empresa).
  • Professor, em sua disciplina sempre você apresenta como trabalhar a engenharia de software, você vai além do campo teórico, sempre embuti a prática em todas as aulas – esta constatação também pode ser estendida a todos os demais professores” (feedback obtido no final de 2014, após ministrar aulas de introdução a engenharia de software, no curso de Bacharelado em Engenharia de Software da Universidade Tecnológica Federal do Paraná).

Todos nós, profissionais que trabalhamos diretamente com as Engenharias, devemos relatar para toda a comunidade, acadêmica e empresarial, como fazer e não somente o que fazer.

O como fazer gera mais positividade, ou seja, a percepção do processo é real e todos entendem passo a passo aquilo o que está sendo construído. Possibilitam os envolvidos a receber um conjunto de conhecimentos mais sólidos.

Importante: O como fazer provê um aprendizado mais rápido e com maior qualidade.

Saia da esfera teórica e atinja a prática, durante a realização de seu trabalho, de suas aulas, de suas consultorias e na concepção de seus livros e materiais – foque mais o como.

Acredito que estamos perdendo este horizonte. As nossas universidades são, em sua grande parte, teóricas. A indústria necessita de pessoas que resolvem problemas de forma rápida e consistente.

Enfim, que tal praticar mais a engenharia do como e menos a engenharia do que?

José Augusto Fabri – fabri@utfpr.edu.br

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