Archive for the gestão do conhecimento Category

Livro: Prospectando e Gerenciando Projetos para Empresas Incubadas

Posted in gestão de projetos, gestão do conhecimento on June 23, 2016 by José Augusto Fabri

Compartilho com a comunidade o livro: Prospectando e Gerenciando Projetos para Empresas Incubadas.

Segue o link:

https://dl.dropboxusercontent.com/u/3525445/livro/prospectando%20e%20gerenciando%20empresas%20incubadas.pdf

Uma boa leitura.

Canvas para prestação de serviços

Posted in gestão de projetos, gestão do conhecimento on January 26, 2016 by José Augusto Fabri

Você que é prestador de qualquer serviço, antes de atender qualquer cliente, construa o Canvas para prestação de serviços.

prestação de serviços

Certamente a qualidade de seu serviço irá sofrer melhorias sensíveis.

plugin astah – calculando pontos por função – saídas

Posted in Ferramentas, gestão de projetos, gestão do conhecimento, Sem-categoria on December 14, 2015 by José Augusto Fabri

logo-friendsPessoal, espero que todos estejam acompanhando a série de post sobre o plugin astah. No primeiro você pode obter informações gerais do plugin. No segundo você aplica o plugin na contagem dos arquivos lógicos internos. No terceiro aplicamos o plugin na contagem das entradas de dados. Neste iremos trabalhar a contagem das saídas de dados.

Se você ainda não conhece a teoria sobre pontos por função, acesse este tutorial.

Para realizar o calculo da saída siga as instruções.

1 – abra o astah Professional.

2 – abra o arquivo no qual você gerou a contagem dos arquivos lógicos internos e a contagem das entradas (segundo post).

3 – crie o caso de uso to report cities by people (vide figura abaixo). Relacione o caso de uso com o ator User (vide Figura abaixo).

pluginSaida

4 – Você necessita avisar o astah que estes casos de uso se caracterizam como entradas. Para isto vamos “estereotipá-los” com <<output>>. Clique no caso de uso to report cities by people e depois clique na aba estereótipos (1), clique no botão Add (2) e digite <<output>>  para o estereótipo (3) (veja os círculos em preto na figura abaixo).

pluginSaidaOutput

5 – Agora você deve informar quantos arquivos e quantos campos esta entrada irá manipular. Para emitir um relatório que pessoas por cidades você irá manipular duas tabelas (lembre-se do Diagrama de Entidade e Relacionamento que você criou). Para realizar este passo clique no to report cities by people (1), na aba TaggedValue (2), no botão Add (3) e digite Files para o campo Name (4) e 2 para campo Value (5). Clique novamente no botão Add e digite Fields para o campo Name e 5 para o campo Value. Esta entrada de dados irá manipular 2 arquivos e 5 campos (3 campos da tabela people e 2 campos da tabela cities) – vide Figura abaixo:

pluginSaidaOutputTarTed

6 – Execute o plugin astah para contagem de pontos por função, menu Tools, item Metrics, opção Function Point.

A contagem resultará em 25 pontos por função. 14 para a contagem dos arquivos lógico interno, 7 para a contagem as entradas externas e 4 para as saídas.

Até a próxima.

J. A. Fabri – UTFPR. fabri@utfpr.edu.br

 

Utilizando o Mindstorms ev3 no ensino fundamental e médio

Posted in gestão do conhecimento, Introdução a Engenharia de Software with tags , , , on June 2, 2015 by José Augusto Fabri

mindstorms

 

Pessoal, este texto destina aos diretores de escolas (públicas ou privadas) e professores que desejam utilizar o Mindstorms (robô apresentado na foto) no ensino fundamental e médio.

No texto, nós professores do Laboratório de Inovação (LabInov) da Universidade Tecnológica Federal do Paraná, campus Cornélio Procópio  (UTFPR-CP), estamos trabalhando com alguns projetos que envolvem alunos de escolas públicas e privadas no ensino de conceitos abstratos como física, programação de computadores, lógica e matemática.

Os objetivos dos projetos estão diretamente ligados a ideia de potencializar o raciocínio abstrato dos alunos e implementar técnicas para melhorar o desenvolvimento cognitivo.

Iremos apresentar uma pequena parte de um dos projetos desenvolvidos pelo LabInov.

Projeto: Ensino de geometria plana utilizando a Linguagem Logo e Mindstorms ev3.

Público alvo do projeto: Alunos do ensino fundamental.

Durante a execução deste projeto os alunos tiveram contato direto com os conceitos de introdutório ligados a geometria plana. Foram trabalhados conceitos inerentes a: reta; semireta; segmento; ângulo e propriedades angulares das figuras geométricas.

Abaixo é possível encontrar dois vídeos que trabalham diretamente estes conceitos utilizando a linguagem logo.

Perceba que no primeiro, os alunos do ensino fundamental executam os procedimentos: reta; semireta e segmento. Importante este procedimentos foram implementados pelos próprios alunos

Já o segundo apresenta os alunos implementando procedimentos: quadrado, quadrado1, triângulo e pentágono. No procedimento quadrado os alunos não utilizam o comando repita, comando este que agiliza a construção dos procedimentos. O repita é utilizado para as demais figuras. Por fim é importante ressaltar que na construção do triângulo e do pentágono os alunos percebem que uma das propriedades da figura é dividir 360 (área da circunferência) pelo número de lados que a figura possui. O resultado desta divisão caracteriza o grau que o ângulo deve possuir na composição da figura.

Após apresentar os referidos conceitos utilizando a linguagem Logo, os alunos trabalham diretamente com o Mindstorms (vide vídeos abaixo).

No primeiro vídeo é possível perceber que os alunos inserem dentro de uma estrutura de repetição dois objetos, o primeiro objeto possibilita o robô traçar os lados do quadrado, o segundo proporciona ao mindstorms rotacionar 90º.

O segundo vídeo apresenta o Mindstorms ev3 trançando um quadrado.

Já o terceiro apresenta os alunos interagindo fortemente com Mindstorms.

Por fim, é importante salientar que estou a disposição de todas as escolas do Brasil para realizar apresentações aos alunos, esta apresentação é classificada como um dia diferente da matemática na escola. Basta agendarmos e equalizarmos a forma de deslocamento, que um dos pesquisadores do LabInov vai até a escola.

Marília Gabriela de Souza Fabri

Contato: fabri@utfpr.edu.br

Capacidade, Agilidade e Perseverança…

Posted in gestão do conhecimento on April 29, 2015 by José Augusto Fabri

capacidadeAglidadePerseverancaTrês adjetivos que temos que buscar em nosso dia-a-dia como profissional.

A capacidade do Latim CAPAX, “o que pode abranger muito”. Em nosso contexto a capacidade caracteriza um indivíduo que abrange muito conhecimento em uma determinada área, por exemplo: você pode abranger um imenso conhecimento para lidar com números.

A agilidade deriva do Latim AGILITAS, “rapidez, mobilidade”. Em nosso contexto a agilidade é a capacidade de executar algo de forma rápida.

Perceba que a definição de agilidade passa pela capacidade. No mercado altamente dinâmico não basta ser capaz somente, é necessário ser ágil. A sociedade moderna está cada vez mais em busca de novos produtos que facilitam o seu dia-a-dia. Para criar estes produtos é necessário inovar, você consegue inovação somente se unir capacidade e agilidade. Sai sempre na frente.

Por fim, temos a perseverança, que caracteriza uma determinação constante. A determinação não é nada mais do que ter foco na ação. Em nosso contexto as suas ações devem levar você sempre a buscar novos conhecimentos, ou seja, se tornar mais capaz.

Seja perseverante na busca da capacidade. Utiliza a sua capacidade com agilidade.

José Augusto Fabri – fabri@utfpr.edu.br

Graduação em Engenharia de Software na UTFPR

Posted in Ferramentas, gestão de projetos, gestão do conhecimento, Introdução a Engenharia de Software, mercado produtor de software, processo de produção de software, qualidade de software on June 4, 2014 by José Augusto Fabri

modeloA Universidade Tecnológica Federal do Paraná – Campus Cornélio Procópio oferece, a partir do segundo semestre de 2014, o curso de Bacharelado em Engenharia de Software. Atualmente o profissional desta área é um dos mais procurados no Brasil e no Mundo. Veja o projeto pedagógico do curso neste link.

Na figura ao lado você encontra o modelo que norteou todo o desenvolvimento do projeto pedagógico.

Informações adicionais:
Titulação Conferida: Bacharel em Engenharia de Software.
Modalidade de Curso: Ensino presencial
Local de Oferta: Universidade Tecnológica Federal do Paraná Campus Cornélio Procópio.
Coordenação e Unidade Executora: Coordenadoria de Engenharia de Software
Duração do curso: 08 semestres letivos.
Regime escolar: Semestral, com a matrícula realizada por disciplina.
Número de vagas: 88 vagas por ano, com 44 vagas ofertadas em cada semestre.
Turno previsto: Noturno.

José Augusto Fabri – fabri@utfpr.edu.br

Gestão de expectativa para minimizar a rotatividade de empresas de TI

Posted in gestão do conhecimento on December 5, 2013 by José Augusto Fabri

A Teoria das Expectativas foi desenvolvida pelo psicólogo Victor Vroom. Esta teoria procura explicar questões relacionadas à motivação humana. Vroom propõe que o processo de motivação deve ser delineado a partir dos objetivos e das escolhas de cada indivíduo e das suas expectativas em atingir a esses mesmos objetivos. Sinteticamente, o autor defende que a força motivacional (M) de um determinado indivíduo, corresponde ao produto do valor atribuído a um objetivo (V) pela expectativa de alcançar esse objetivo (E). Neste caso temos:

M = V * E.

M: força motivacional;

V: Valor de um objetivo;

E: expectativa de alcançar esse objetivo.

Tendo em vista que o valor de objetivo é intrínseco ao indivíduo eu proponho que: A gestão de parte do processo motivacional deve ser efetuada, somente, sobre a expectativa (E).

Para defender esta proposição vou partir de duas características inerentes a qualquer indivíduo que influem diretamente na composição do valor de um objetivo (V).

Autoconhecimento: A pessoa (ou indivíduo) tem a noção exata de seu conhecimento (saber-se). A capacidade de promover uma autoavaliação sistemática e constante é inata a este tipo pessoa.

Conhecimento do ambiente: o ambiente no qual o indivíduo está imerso é analisado constantemente. Opções, tendências, limitações e alternativas de desenvolvimento pessoal e profissional fazem parte do metiê desta pessoal.

Tanto o autoconhecimento como o conhecimento do ambiente são internalizados pela própria pessoa, ou seja, estas características não fazem parte de um processo de ensino e aprendizagem. Eu não consigo ensinar (ou aprender) autoconhecimento e conhecimento do ambiente.

De posse destas características (intrínsecas) um determinado indivíduo determina, por meio de referenciais individuais, seus objetivos e atribui um valor (ou prioridade a eles). Perceba que este valor pertence à pessoa (ele foi atribuído segundo o autoconhecimento e o conhecimento do ambiente), somente ela possui o poder de alterá-lo. Este fato valida a proposição destacada neste texto: A gestão de parte do processo motivacional deve ser efetuada, somente, sobre a expectativa (E).

O problema passa a ser a composição da variável E.

Neste post vamos estabelecer diretrizes de composição para esta variável que possibilite minimizar a rotatividade de pessoal em empresas de TI. Importante: você pode estabelecer diretrizes de composição da variável E em outros contextos.

O processo de composição da variável E:

Vamos supor que um desenvolvedor de software possui um grande conhecimento em .NET – ele sabe disso – AUTOCONHECIMENTO. O ambiente (neste caso de mercado) possui excelentes oportunidades para trabalhar com JAVA – o desenvolvedor também sabe disso – CONHECIMENTO DO AMBIENTE.  De posse destas informações ele estabelece como objetivo: “aprender Java e conseguir uma melhor oportunidade de trabalho”. O objetivo, delineado, possui prioridade para o desenvolvedor. Neste caso o valor do objetivo (V) é alto.

Enquanto empresa, como eu posso gerir a expectativa deste colaborador?

Componha a variável E tendo em vista 4 diretrizes:

1 – estabeleça ciclos (curto) para o atendimento dos objetivos: Insira este desenvolvedor em um projeto JAVA ou proporcione um treinamento nesta tecnologia para este desenvolvedor. Importante: não desligue o desenvolvedor dos projetos .NET, lembre-se que você necessita do conhecimento dele dentro destes projetos.

2 – proponha desafios focados nos objetivos: Por exemplo, você pode desafiar o seu desenvolvedor a construir um produto (ou uma funcionalidade, ou um componente) em Java. O sentimento de aprendizado aliado ao valor agregado para a empresa irá imergir junto ao desenvolvedor.

3 – Surpreenda o seu colaborador: Você pode estabelecer prêmios e participação no lucro do projeto se o desenvolvedor superar as metas traçadas na proposição dos desafios. Isso pode aumentar a expectativa do desenvolvedor junto a empresa.

4 – Proponha outros objetivos junto ao seu colaborador. Será que o desenvolver não vislumbra conhecer a fundo um framework, o Struts por exemplo. Proporcione que esses objetivos sejam atingidos – retornando a diretriz 1.

Perceba que ao detectar que o colaborador possui um objetivo e este se traduz em uma nova perspectiva de trabalho (rotatividade), as diretrizes apresentadas neste post sugerem que você componha a variável E de forma rápida, com elementos desafiadores, com a possibilidade de crescimento, e com a capacidade de atingir novos objetivos. Em hipótese alguma podemos zerar E, pois:

M = V * 0

M = 0.

José Augusto Fabri – fabri@utfpr.edu.br

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