Archive for the Sem-categoria Category

Equipe, Resiliência e Técnica

Posted in gestão de projetos, Sem-categoria on August 15, 2017 by José Augusto Fabri

Na semana passada estava conversando com dois empresários, um da área de TI e outro da área de comércio vestuário. Durante o nosso bate-papo surgiu um assunto que interessa a todos os interlocutores deste blog. O perfil do profissional que o mercado deseja  hoje.

Começamos um debate sobre a formação técnica, fato este de extrema importância dentro da área de TI. Já para a área de comércio de vestuário esta formação não é tão importante assim.

Chegamos a algumas conclusões.

Para a área de TI existem diversas universidades, centros universitários e faculdades isoladas que proporcionam uma boa formação técnica. Claro que as empresa capturam uma pedra bruta, ou seja, um profissional que necessita ser lapidado para incorporar a filosofia da organização.

Para área de comércio de vestuário é necessário que o contratado tenha um compromisso com a empresa que o contrata. É necessário sair da zona de conforto e buscar um crescimento dentro da própria empresa.

Para ambos: A parte técnica é importante, porém ela não é o diferencial. O diferencial de um profissional está na capacidade de resolver problemas, ser resiliente (forte capacidade de se adaptar a mudanças), e conseguir trabalhar em equipe.

Este tipo de profissional está em falta no mercado. Atualmente, o mercado carece de: EQUIPE e RESILIÊNCIA.

A equação é simples:

PROFISSIONAL = (EQUIPE + RESILÊNCIA)/TÉCNICA.

A TÉCNICA é inserida no denominador da fórmula porque ela é item esgotável, ou seja, temos um limite máximo para dominá-la. Já trabalhar em equipe e ser resilente é algo inesgotável, você compõe estas características em todos os momentos de sua vida.

Enfim, busque uma formação técnica, seja resiliente e procure possuir um bom espírito de equipe. Certamente você irá longe na sua carreira profissional.

José Augusto Fabri – fabri@utfpr.edu.br

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PMO – Escritório de Gestão de Projetos

Posted in gestão de projetos, Sem-categoria on May 5, 2017 by José Augusto Fabri

O Project Management Office, PMO, é caracterizado como um setor responsável por direcionar e manter os padrões de gerenciamento de projetos em uma organização. O objetivo do PMO é maximizar o controle e a execução de propostas de projetos da organização como um todo ou de uma área específica.

Atualmente os grandes executivos já entendem o verdadeiro valor do PMO, os que ainda não o desenvolveram, têm essa missão como prioridade dentro de seu escopo empresarial.

Os PMOs podem assumir a responsabilidade de definir processos e metodologias dentro do escopo da gestão de projetos. O Project Management Office deve monitorar os relatórios sobre projetos, verificando o progresso para que a gestão tome decisões estratégicas sobre quais projetos devem ser maximizados e quais devem ser cancelados.

Os escritórios de gestão de projetos possuem algumas funções primárias, este texto destaca algumas delas:

  • Gerenciamento de cronograma, custos e escopo;
  • Comunicações;
  • Gerenciamento de recursos;
  • Integração do projeto;
  • Gerenciamento de riscos.
  • Serviços de padrões, metodologias e processos
  • Definição de metodologia;
  • Desenvolvimento e melhoria de processos;
  • Definição de métricas;
  • Serviços de governança e gerenciamento de desempenho;
  • Compartilhamento de informações;
  • Escalada de problemas.

Tipos de PMOs

PMO corporativo: tem como objetivo definir padrões de gestão de projetos de toda a corporação. Este escritório está subordinado à diretoria geral da instituição, provê à estratégia da empresa e define os processos que a ajudem a atingi-la. Desafio – gerar valor para a organização em um nível estratégico.

PMO organizacional ou departamental: está diretamente ligado a uma área da instituição. Possui um papel é mais operacional e seus profissionais trabalham diretamente com os projetos do departamento. Estes tipos de escritórios departamentais são normalmente núcleos que motivam a organização a expandi-lo e gerar um PMO corporativo.

PMO para fins especiais: Estes escritórios são criados com objetivos específicos. Sua principal função é gerenciar um programa estratégico, por exemplo. Este escritório possui uma vida finita e o grande desafio dos gestores de PMOs especiais é motivar do time o tempo todo dado o seu caráter temporário.

Será que existem técnicas para implementar um Escritório de Gestão de Projetos?

Prof. Fabri – fabri@utfpr.edu.br

Scrum em nove minutos

Posted in gestão de projetos, processo de produção de software, Sem-categoria on November 5, 2016 by José Augusto Fabri

Pessoal, compartilho com vocês vídeo sobre o que é o Scrum. Vale apena assistir.

José Augusto Fabri – fabri@utfpr.edu.br

O que é uma certificação de qualidade

Posted in gestão de projetos, gestão do conhecimento, mercado produtor de software, Sem-categoria on October 25, 2016 by José Augusto Fabri

Uma certificação em uma determinada norma se caracteriza como um conjunto de regras que ao ser aplicado de forma sistemática garantem que algum objetivo seja atingido com um alto grau de qualidade.  A certificação foca a organização das tarefas e informações dentro de um domínio de conhecimento específico.

É importante salientar que a norma ou modelo e, consequentemente, a certificação tenha legitimidade junto a o ecossistema na qual ela está inserida. Ele deve ser necessário. Todos os atores deste ecossistema devem reconhecer a norma ou modelo e a sua certificação.

A certificação deve possuir minimamente dois documentos.

  1. O guia de referência. Este guia tem como objetivo apresentar as informações detalhadas sobre norma. Nele você encontra os atores que participaram da sua construção. A versão. Como o guia foi construído. Se a norma for dividida em níveis, é possível encontrar as ações que devem ser executadas para que níveis mais altos e melhores da certificação sejam atingidos.
  2. O guia de avaliação. Documento que contém quais são as evidencias que serão procuradas no momento da certificação (em um determinado nível). Como estas evidências devem ser caracterizadas e, por fim, quais os pontos direcionadores de um processo de certificação.

É importante salientar que os colaboradores das empresas que irão trabalhar na certificação das instituições devem participar de cursos e serem avaliados de forma sistemática. As empresas aptas a emitir o selo de certificação devem atender prerrogativas pré-determinadas pelo ecossistema que a propôs. Estas prerrogativas devem ser caracterizadas em um edital público. A análise das empresas é feita por um comitê de especialistas do ecossistema.  Lembre-se da legitimidade da certificação.

Quando alguém ou algum ecossistema propuser uma norma ou modelo de certificação, oriente-o minimamente sobre o que é uma certificação. Tem ecossistema proponho certificação sem saber estes conceitos básicos.

É necessária buscar a LEGITIMIDADE.

José Augusto Fabri – fabri@utfpr.edu.br

Sucesso = equipe, mercado, capital e conhecimento

Posted in gestão de projetos, gestão do conhecimento, Sem-categoria on October 24, 2016 by José Augusto Fabri

O sucesso de uma empresa se resume em uma fórmula muito simples.

Tenha uma boa equipe para criar produtos ou serviços para um mercado forte e pulsante.

Tenha capital para alavancar a prestação de serviços ou a fabricação de um produto.

Invista no conhecimento de sua organização.

Sucesso = emc2                   

fabri – fabri@utfpr.edu.br     

A Gestão da Gestão

Posted in Sem-categoria with tags on October 16, 2016 by José Augusto Fabri

Em algumas organizações as atividades inerentes à gestão de projetos já estão institucionalizadas. Os diversos setores ou departamentos implementam ações inerentes à planejamento, execução e controle de projetos. Algumas organizações possuem setores certificados na esfera do PMI.

Essas organizações procuram maximizar os seus resultados de forma rápida, efetiva e durável. Porém em alguns casos esta maximização não é atingida dentro das diretrizes esperadas. Os CEOs, CIOs não percebem a origem desta ausência de resultados. Não basta estruturar, sobre a ótica da gestão de projetos, os setores ou departamentos em sua empresa. É necessário realizar a gestão da gestão.

A gestão da gestão se caracteriza em estabelecer métricas estratégicas alinhadas a missão e visão de sua organização. Estas métricas transcendem as métricas estabelecidas pelos setores e departamentos. Na gestão da gestão as organizações devem ter a capacidade de estabelecer um alinhamento estratégico com os seus clientes, lembrando sempre que este clientes são parceiros importantes dentro do modelo de negócio já estabelecido. Aqui é importante salientar que o cliente pode ser caracterizado como cliente interno ou externo.

A gestão da gestão pode ser encarada como um meta-processo que possibilita os setores ou departamentos a criação do processo de gestão de projetos.

Neste momento, vocês enquanto interlocutores do blog devem estar questionando: Como criar este meta-processo? Quais são as fases ou atividades que proporcionam eu desenvolver a gestão da gestão?

Eu não tenho uma receita pronta, pois as organizações possuem naturezas distintas. Apresentar um conjunto de instruções único é perigoso. Posso prover informações passivas de refinamento que podem direcionar minimamente o estabelecimento inicial da gestão da gestão.

1. Analise cuidadosamente a sua visão e missão. É a partir desta análise que você irá estabelecer as métricas estratégicas para configurar a sua meta-atividade de planejamento. Exemplo: o Laboratório de Inovação (LABINOV) do Campus de Cornélio Procópio da UTFPR possui como visão o CRESCIMENTO do setor produtivo local e regional. A missão deste laboratório é OPORTUNIZAR este crescimento. A partir da visão e missão podemos inferir as métricas estratégicas. Neste post vamos exemplificar uma das métricas: Prover subsídios para que as 10 empresas incubadas na Incubadora de Inovações da UTFPR ganhem um edital para o fomento a inovação junto às agências financiadoras. Perceba que esta métrica está alinhada com a visão e com a missão do LABINOV.

2. Defina os setores ou departamentos que se relacionam diretamente com a métrica estabelecida. Em nosso exemplo, dois setores do LABINOV se relacionam diretamente com a métrica: sensibilização e treinamento. O primeiro mostra a importância da ação embutida na métrica para os incubados. O segundo irá prover o treinamento para os incubados. Este treinamento deve focar a obtenção de recursos nos editais das agências de fomento.

3. Apresente aos setores definidos, as ações que devem ser executadas por eles, para que a métrica seja atingida. Estas ações devem ser planejadas, executadas e controladas. A gestão tradicional como você.

4. Verifique se o planejamento quantitativo efetuado pelo setor é passível de ser realizado. Os dados inerentes a tempo, custo e prazo devem ser capturados pelos CEOs da organização. Estes dados devem ser analisados e armazenados em na base histórica de projetos da organização.

5. Acompanhe de perto a execução do projeto delineado pelo setor. Perceba que todo planejamento e execução é delineado pelo setor. O acompanhamento e feito a 4 mãos, pelo setor e pela área estratégicas. O setor deve acompanhar se o tempo, o prazo e os custos delineados no projeto estão dentro do planejado. Exemplo: o plano prevê sensibilizar 5 empresas na primeira semana. Sensibilizamos quatro. Já área estratégica da organizações deve verificar se a ação executada agregou valor ao portfólio do cliente e ao seu próprio portfólio. Acompanhamento completamente distintos.

6. Análise os resultados obtidos. Quantas empresas participaram de editais para obter recursos? Quanto de recursos foram obtido? Qual o CRESCIMENTO que a empresas obtiveram?

A gestão da gestão é uma atividade de extrema importância que deve ser realizada pelas empresas. Porém em muitas ela é desconsiderada. Os departamentos ou setores caem no pecado da “rotinização”, ou seja gerenciam projetos ou ações rotineiras. A gestão da gestão destes setores não é realizada. Nestes casos o crescimento efetivo não ocorre.

Pense nisso!

José Augusto Fabri – fabri@utfpr.edu.br

e-book: As Várias Faces do Canvas

Posted in gestão de projetos, gestão do conhecimento, Sem-categoria on October 9, 2016 by José Augusto Fabri

Pessoal,

É com satisfação que efetuaremos o pré-lançamento do e-book: As Várias Faces do Canvas. Obtenha uma cópia gratuita preenchendo o formulário apresentado neste link https://goo.gl/forms/Gb9vrOPMTL8atuA63.

No e-book você encontra:

Canvas Tradicional. Canvas para Prestação de Serviço. Canvas para Gerenciamento de Projetos. Canvas para desenvolvimento de trabalhos acadêmicos, incluindo o trabalho de conclusão de curso (TCC). Canvas para planejamento estratégico.

As Várias Faces do Canvas se caracteriza como uma obra não linear, você pode ler os capítulos na ordem que desejar. Quer conhecer o Canvas para Planejamento Estratégico, leia o capítulo 6.

O Lançamento oficial ocorrerá no dia 14 de outubro de 2016, as 19h00, no auditório da Universidade Tecnológica Federal do Paraná – Campus Cornélio Procópio. O Lançamento faz parte das atividades do UTFWare. Todos estão convidados.

Também convido você a obter o nosso primeiro e-book: Prospectando e Gerenciando Projetos para Empresas Incubadas. Basta preencher o formulário no link abaixo

https://goo.gl/forms/BGXKhZgHRuVXxx9q2.

Abraços e uma boa leitura.

José Augusto Fabri – fabri@utfpr.edu.br

Alexandre L´Erario – alerario@utfpr.edu.br