Archive for the Sem-categoria Category

Gestão de projeto na prática

Posted in Ferramentas, gestão de projetos, Sem-categoria on May 17, 2019 by José Augusto Fabri

Alunos da disciplina de gestão de projetos da UTFPR Campus Cornélio Procópio utilizando o produto gerado a partir de um projeto real.

Os alunos tiveram contato com Kanban, Picth, Scrum, EAP, cadeia produtiva, etc. Conceitos inerentes à disciplina.

Os jogos tem como objetivo ensinar gestão de projetos.

Com este trabalho geramos duas startups e alguns empregos.

Para você que crítica o trabalho desenvolvido pela Universidade, lanço um desafio: Monte um grupo de 15 empresários e me procure para participar desta iniciativa. Será um prazer receber aqueles que criticam!

Estou a disposição para ministrar um curso, aos sábados, de 30 horas para vocês.

jogosGestãoProjetos

Oportunidade de aprendizado de todos os conceitos citados e participar de uma metodologia ativa de aprendizado. Venha conhecer nosso trabalho e defender a Universidade conosco. Tenho certeza que você irá impulsionar o seu negócio.

Fica a dica.

fabri@utfpr.edu.br

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Como utilizar uma Base Histórica de Projetos

Posted in gestão de projetos, Sem-categoria on March 6, 2018 by José Augusto Fabri

Pessoal,

A utilização de uma base histórica de projetos leva em consideração dois pontos importantes:

1 – O Refinamento da base;

2 – E o grau de acerto na etapa de planejamento.

O Refinamento de uma Base Histórica de projetos se relaciona diretamente com a granularidade das informações colecionadas e estruturadas em um Banco de Dados. Se tivermos uma alta taxa de granularidade, temos um maior refinamento.

A granularidade se caracteriza com a quantidade dos dados sobre a execução das atividades e tarefas de um determinado processo. Por exemplo:


Um processo qualquer, caracterizado como X, possui duas atividades A1 e A2, a atividade A1 possui 3 tarefas, T1, T2 e T3.

SE

tivermos mapeados informações sobre: Quem executou T1, T2 e T3? Quanto tempo levou a execução de cada tarefa? Qual o grau de qualidade dos artefatos gerados para cada tarefa? Para quem os artefatos foram entregues? Qual o esforço utilizado na execução das tarefas?

ENTÃO

Temos uma granularidade considerável. 


Importante: Além de possuir um alto grau de granularidade, as informações devem possuir um alto grau de precisão.

Neste caso temos concluímos que:

Refinamento = Granularidade x Precisão.

Com uma base histórica refinada é possível estabelecer estimativas mais corretas.

Sem um alto grau de refinamento, só é possível estabelecer estimativas corretas quando o “chute é bom” ou o gerente de projeto possui grande experiência.

Se tivermos uma base refinada e estimativas incorretas, então temos gerentes de projetos com pouca experiência.

Enfim, a plano cartesiano apresentado (delineado pela figura) apresenta de forma simples a relação direta entre Base Histórica de Projetos Refinada e o Grau de Acerto nas atividades de Planejamento de Projeto.

Sem título

Fica a dica.

Abraços

Fabri

 

Equipe, Resiliência e Técnica

Posted in gestão de projetos, Sem-categoria on August 15, 2017 by José Augusto Fabri

Na semana passada estava conversando com dois empresários, um da área de TI e outro da área de comércio vestuário. Durante o nosso bate-papo surgiu um assunto que interessa a todos os interlocutores deste blog. O perfil do profissional que o mercado deseja  hoje.

Começamos um debate sobre a formação técnica, fato este de extrema importância dentro da área de TI. Já para a área de comércio de vestuário esta formação não é tão importante assim.

Chegamos a algumas conclusões.

Para a área de TI existem diversas universidades, centros universitários e faculdades isoladas que proporcionam uma boa formação técnica. Claro que as empresa capturam uma pedra bruta, ou seja, um profissional que necessita ser lapidado para incorporar a filosofia da organização.

Para área de comércio de vestuário é necessário que o contratado tenha um compromisso com a empresa que o contrata. É necessário sair da zona de conforto e buscar um crescimento dentro da própria empresa.

Para ambos: A parte técnica é importante, porém ela não é o diferencial. O diferencial de um profissional está na capacidade de resolver problemas, ser resiliente (forte capacidade de se adaptar a mudanças), e conseguir trabalhar em equipe.

Este tipo de profissional está em falta no mercado. Atualmente, o mercado carece de: EQUIPE e RESILIÊNCIA.

A equação é simples:

PROFISSIONAL = (EQUIPE + RESILÊNCIA)/TÉCNICA.

A TÉCNICA é inserida no denominador da fórmula porque ela é item esgotável, ou seja, temos um limite máximo para dominá-la. Já trabalhar em equipe e ser resilente é algo inesgotável, você compõe estas características em todos os momentos de sua vida.

Enfim, busque uma formação técnica, seja resiliente e procure possuir um bom espírito de equipe. Certamente você irá longe na sua carreira profissional.

José Augusto Fabri – fabri@utfpr.edu.br

PMO – Escritório de Gestão de Projetos

Posted in gestão de projetos, Sem-categoria on May 5, 2017 by José Augusto Fabri

O Project Management Office, PMO, é caracterizado como um setor responsável por direcionar e manter os padrões de gerenciamento de projetos em uma organização. O objetivo do PMO é maximizar o controle e a execução de propostas de projetos da organização como um todo ou de uma área específica.

Atualmente os grandes executivos já entendem o verdadeiro valor do PMO, os que ainda não o desenvolveram, têm essa missão como prioridade dentro de seu escopo empresarial.

Os PMOs podem assumir a responsabilidade de definir processos e metodologias dentro do escopo da gestão de projetos. O Project Management Office deve monitorar os relatórios sobre projetos, verificando o progresso para que a gestão tome decisões estratégicas sobre quais projetos devem ser maximizados e quais devem ser cancelados.

Os escritórios de gestão de projetos possuem algumas funções primárias, este texto destaca algumas delas:

  • Gerenciamento de cronograma, custos e escopo;
  • Comunicações;
  • Gerenciamento de recursos;
  • Integração do projeto;
  • Gerenciamento de riscos.
  • Serviços de padrões, metodologias e processos
  • Definição de metodologia;
  • Desenvolvimento e melhoria de processos;
  • Definição de métricas;
  • Serviços de governança e gerenciamento de desempenho;
  • Compartilhamento de informações;
  • Escalada de problemas.

Tipos de PMOs

PMO corporativo: tem como objetivo definir padrões de gestão de projetos de toda a corporação. Este escritório está subordinado à diretoria geral da instituição, provê à estratégia da empresa e define os processos que a ajudem a atingi-la. Desafio – gerar valor para a organização em um nível estratégico.

PMO organizacional ou departamental: está diretamente ligado a uma área da instituição. Possui um papel é mais operacional e seus profissionais trabalham diretamente com os projetos do departamento. Estes tipos de escritórios departamentais são normalmente núcleos que motivam a organização a expandi-lo e gerar um PMO corporativo.

PMO para fins especiais: Estes escritórios são criados com objetivos específicos. Sua principal função é gerenciar um programa estratégico, por exemplo. Este escritório possui uma vida finita e o grande desafio dos gestores de PMOs especiais é motivar do time o tempo todo dado o seu caráter temporário.

Será que existem técnicas para implementar um Escritório de Gestão de Projetos?

Prof. Fabri – fabri@utfpr.edu.br

Scrum em nove minutos

Posted in gestão de projetos, processo de produção de software, Sem-categoria on November 5, 2016 by José Augusto Fabri

Pessoal, compartilho com vocês vídeo sobre o que é o Scrum. Vale apena assistir.

José Augusto Fabri – fabri@utfpr.edu.br

O que é uma certificação de qualidade

Posted in gestão de projetos, gestão do conhecimento, mercado produtor de software, Sem-categoria on October 25, 2016 by José Augusto Fabri

Uma certificação em uma determinada norma se caracteriza como um conjunto de regras que ao ser aplicado de forma sistemática garantem que algum objetivo seja atingido com um alto grau de qualidade.  A certificação foca a organização das tarefas e informações dentro de um domínio de conhecimento específico.

É importante salientar que a norma ou modelo e, consequentemente, a certificação tenha legitimidade junto a o ecossistema na qual ela está inserida. Ele deve ser necessário. Todos os atores deste ecossistema devem reconhecer a norma ou modelo e a sua certificação.

A certificação deve possuir minimamente dois documentos.

  1. O guia de referência. Este guia tem como objetivo apresentar as informações detalhadas sobre norma. Nele você encontra os atores que participaram da sua construção. A versão. Como o guia foi construído. Se a norma for dividida em níveis, é possível encontrar as ações que devem ser executadas para que níveis mais altos e melhores da certificação sejam atingidos.
  2. O guia de avaliação. Documento que contém quais são as evidencias que serão procuradas no momento da certificação (em um determinado nível). Como estas evidências devem ser caracterizadas e, por fim, quais os pontos direcionadores de um processo de certificação.

É importante salientar que os colaboradores das empresas que irão trabalhar na certificação das instituições devem participar de cursos e serem avaliados de forma sistemática. As empresas aptas a emitir o selo de certificação devem atender prerrogativas pré-determinadas pelo ecossistema que a propôs. Estas prerrogativas devem ser caracterizadas em um edital público. A análise das empresas é feita por um comitê de especialistas do ecossistema.  Lembre-se da legitimidade da certificação.

Quando alguém ou algum ecossistema propuser uma norma ou modelo de certificação, oriente-o minimamente sobre o que é uma certificação. Tem ecossistema proponho certificação sem saber estes conceitos básicos.

É necessária buscar a LEGITIMIDADE.

José Augusto Fabri – fabri@utfpr.edu.br

Sucesso = equipe, mercado, capital e conhecimento

Posted in gestão de projetos, gestão do conhecimento, Sem-categoria on October 24, 2016 by José Augusto Fabri

O sucesso de uma empresa se resume em uma fórmula muito simples.

Tenha uma boa equipe para criar produtos ou serviços para um mercado forte e pulsante.

Tenha capital para alavancar a prestação de serviços ou a fabricação de um produto.

Invista no conhecimento de sua organização.

Sucesso = emc2                   

fabri – fabri@utfpr.edu.br