Archive for the gestão de projetos Category

Como aplicar pontos por função na manutenção de um software?

Posted in gestão de projetos with tags on May 28, 2015 by José Augusto Fabri

Uma excelente pergunta. Acabei de recebê-la, via e-mail, do Jone Nunes.

Para respondê-la vou apresentar o problema reportado no e-mail.

“Vamos supor que eu tenho uma funcionalidade X que realiza uma entrada de dados qualquer. Necessito adicionar um campo a referida funcionalidade.  A informação quando digitada deve ser validada. Para validar a informação é necessário acessar 3 tabelas diferentes”.

Perceba que o problema é algo inerente à atividade de manutenção de software. Para calcular a complexidade desta manutenção utilizando pontos por função você deve seguir os seguintes passos:

1 – Mapeie a quantidade de tipo de elemento de dados que você irá manipular na manutenção. Perceba que trabalharemos diretamente com a inserção de um campo na entrada de dados e uma chave de acesso (utilizada nos procedimento de validação). Essa chave de acesso será comparada com o chave primária de outras 3 tabelas.  Neste caso temos: 1 campo + 1 chave de acesso + 3 chaves primárias = 5 tipos de elementos de dados.

2 – Calcule a quantidade de tipos de arquivos referenciados que você irá manipular na manutenção. Tendo em vista que a funcionalidade X é caracterizada como uma entrada de dados, suponho que esta entrada é armazenada em arquivo (ou tabela). Para validar a informações digitada é necessário acessar mais 3 tabelas. Neste caso a quantidade de tipos de arquivos referenciados é 4.

Resumindo, temos:

5 tipos de elementos de dados.

4 tipos de arquivos referenciados.

Ao utilizar a teoria básica para calculo de pontos por função obtenho a complexidade de 6 pontos para efetuar a manutenção (complexidade alta).

Concluindo:

A aplicabilidade da métrica pontos por função adere perfeitamente à atividade manutenção. Nesta atividade você deve mapear com um alto grau de certeza o número de tipos de elementos de dados e de tipos de arquivos referenciados e posteriormente efetuar o calculo.

José Augusto Fabri fabri@utfpr.edu.br

Gerente de Projetos e Escritórios de Projetos

Posted in gestão de projetos on December 2, 2014 by José Augusto Fabri

Diferença entre o Gerente de Projetos e Escritório de Projetos – por Ricardo Vargas.

Graduação em Engenharia de Software na UTFPR

Posted in Ferramentas, gestão de projetos, gestão do conhecimento, Introdução a Engenharia de Software, mercado produtor de software, processo de produção de software, qualidade de software on June 4, 2014 by José Augusto Fabri

modeloA Universidade Tecnológica Federal do Paraná – Campus Cornélio Procópio oferece, a partir do segundo semestre de 2014, o curso de Bacharelado em Engenharia de Software. Atualmente o profissional desta área é um dos mais procurados no Brasil e no Mundo. Veja o projeto pedagógico do curso neste link.

Na figura ao lado você encontra o modelo que norteou todo o desenvolvimento do projeto pedagógico.

Informações adicionais:
Titulação Conferida: Bacharel em Engenharia de Software.
Modalidade de Curso: Ensino presencial
Local de Oferta: Universidade Tecnológica Federal do Paraná Campus Cornélio Procópio.
Coordenação e Unidade Executora: Coordenadoria de Engenharia de Software
Duração do curso: 08 semestres letivos.
Regime escolar: Semestral, com a matrícula realizada por disciplina.
Número de vagas: 88 vagas por ano, com 44 vagas ofertadas em cada semestre.
Turno previsto: Noturno.

José Augusto Fabri – fabri@utfpr.edu.br

Kanban no desenvolvimento distribuído de software

Posted in gestão de projetos on May 14, 2014 by José Augusto Fabri

kanban ddsKanban é uma palavra de origem japonesa que significa placa ou registro. O Kanban permite agilizar a produção de componentes de software. Originário na indústria automobilística, os Kanbans físicos (cartões – ou post-it) se movimentam ou transitam entre as atividades de um processo de produção, permitindo uma gestão eficaz de um projeto – Esta forma gestão foi conhecida como Sistema Toyota de Produção.

No mês de abril realizei um experimento utilizando o Kanban no desenvolvimento distribuído de software.  O relato do experimento é dividido em 3 partes

1 – Caracterização do problema.

Uma empresa de software recebeu a incumbência de gerir um projeto de software cujo desenvolvimento teria características distribuídas.

Essa empresa fracionou o projeto e subcontratou três sites (outras empresas) para o desenvolvimento.

Cada site recebeu uma fração do projeto a ser desenvolvimento. Esta fração foi dividida em funcionalidades. Importante: O projeto já estava especificado e os sites eram responsáveis somente pela implementação e pelo teste do software.

2 – Princípios da gestão de projeto utilizados.

Ao receber o projeto, a empresa, responsável pela gestão global, consultou a sua base histórica de projetos e delineou as estimativas de custo, prazo e esforço. Estas informações foram consolidadas na Estrutura Analítica do Projeto (EAP) e no Cronograma.

Os pacotes de trabalho da EAP foram distribuídos para os 3 sites.  Os sites de posse destes pacotes consultaram a sua base histórica de projetos e estimaram o custo, o esforço e o tempo. Estas estimativas foram confrontadas com aquelas geradas com as da responsável pela gestão global do projeto. Este tipo de confronto, denomino como equalização do projeto. Realizado o confronto os sites popularam a coluna to do do quadro Kanban.

3 – A execução e o controle do projeto.

Durante a execução do projeto os sites percorreram as atividades de implementação e teste de software. Estas duas atividades caracterizam duas colunas do quadro kanban. É importante salientar que o quadro Kanban estava centralizado na ferramenta kanbanize (kanbanize.com).

É importante salientar que a ferramenta proporciona que todos os sites enxerguem um único quadro Kanban do projeto. Dentro desta ótica, ao movimentar os pacotes de trabalho de to do para implementaçãoe de implementação para teste todos tinham conhecimento sobre o andamento do projeto.

Quando os pacotes atingiram a coluna done do quadro Kanban, as informações sobre tempo, custo e esforço de produção foram caracterizadas pela própria ferramenta. Essas informações foram estruturadas e inseridas na base histórica da empresa responsável pela gestão global do projeto.

A Figura apresentada no início do post tenta resumir o relato do experimento realizado.

Por fim, é importante salientar este relato atenta somente as questões ligadas a planejamento, execução e controle do desenvolvimento distribuído de um projeto de software. Problemas sobre o fracionamento e integração do projeto foram mapeados porém não relatados.

Fabri – fabri@utfpr.edu.br

A relação entre a motivação e a expectativa

Posted in gestão de projetos on April 15, 2014 by José Augusto Fabri

Na sua vida, você deve estabelecer uma relação ótima entre a motivação e expectativa.

Na minha singular visão, a motivação é caracterizada como uma força interior com intensidade oscilante. Acredito ainda que não é possível motivar alguém a realizar uma determinada tarefa. Existe sim a possibilidade de criar um ambiente motivador para a execução de um projeto específico. É neste ambiente que as pessoas encontrarão por si só os motivos para executar ações necessárias ao sucesso de um projeto (de trabalho, pessoal …).

A expectativa caracteriza-se como uma condição de quem espera pela ocorrência de algo (bom ou ruim). Esta espera é baseada em comportamentos e probabilidade.

Em seu dia-a-dia você deve possuir expectativas positivas, fato este que irá motivá-lo para que elas ocorram.  Uma expectativa positiva é o fator crítico de sucesso na construção do ambiente motivador.

O quadro abaixo relaciona de uma forma simples a motivação e a expectativa.

motivacao e expectativa

Mantenha-se no quadrante verde. Evite o quadrante vermelho. Se você trabalha muito e não obtém retorno, reveja suas expectativas – quadrante azul. Se você possui boas expectativas e não está motivado, geralmente, você se encontra no estado de comodismo – quadrante laranja.

Iniciação Tecnológica da UTFPR – Cornélio Procópio gera Plugin astah para contagem de pontos por função

Posted in Ferramentas, gestão de projetos on March 24, 2014 by José Augusto Fabri

brÉ com satisfação que comunico a lançamento (versão beta) do Plugin para contagem de pontos por função em um projeto de software.

O plugin é fruto de um Projeto de Iniciação Tecnológica (PIBIT) da Universidade Tecnológica Federal do Paraná – Campus Cornélio Procópio.

Allan Mori, aluno do curso de Engenharia da Computação, trabalha ativamente na implementação do plugin sob minha orientação.

O Plugin está disponível para a versão 6.7.x do astah professional.

A versão 0.9 do plugin se caracteriza-se como uma  versão beta e tem como objetivo colher melhorias junto a comunidade da engenharia de software.

Link para download do plugin

Link para download da forma de utilização do plugin.

Para sabe mais sobre a teoria de pontos por função acesse: http://wp.me/pcuYv-zd

Parabéns Allan pelo trabalho realizado.

J. A. Fabri – fabri@utfpr.edu.br

Kanban em quadrinhos

Posted in gestão de projetos on March 17, 2014 by José Augusto Fabri

Pessoal, no início do ano tive que apresentar o Kanban a uma empresa de produção de software. Na apresentação utilizei uma estória em quadrinhos. Compartilho com vocês o quadrinhos utilizados.

kanban em quadrinhos

J. A. Fabri – fabri@utfpr.edu.br

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